Porque as mulheres adoram se fazer de vítimas parte 2

Mais uma vez, peço que antes de começar a ler esse post, assista com atenção esse vídeo, no qual uma mulher desmascara a farsa do vitimismo feminino, que é alimentado pela mídia e pelo feminismo.

O vitimismo, é usado pela mulher da mesma forma que a cultura da pegada, mas para obter outros tipos de vantagens.
A mídia, sempre retrata a mulher como um ser mais inocente, honesto, indefeso, uma vítima de uma sociedade machista e opressora.
Quando a mulher comete algum crime, a mídia sempre tenta fazer alguma conexão com alguma suposta influência maligna dos homens sobre ela.
Como por exemplo no caso em que a assassina esquartejou o corpo do marido, e a mídia com total apoio das feministas, inverteu os papéis, e de psicopata a mulher passou a ser a vítima!
Mas será que se fosse o contrário, a sociedade teria aceitado essa inversão com tanta facilidade?
Nas conversas, elas culpam os homens por tudo, principalmente pelo sofrimento amoroso delas e até quando são demitidas, a culpa é do machismo!
Interessante observar que nas redes sociais, quando pela milésima vez alguma mulher vai reclamar de algo, imediatamente várias outras se juntam a ela e os homens apoiam e o que se vê depois é um circo de horrores.
Quando algum homem reclama, é taxado por todos de “molenga” e frouxo, e por aí vai.
Ou seja, enquanto as mulheres reclamam o tempo todo na grande maioria das vezes sem nenhum motivo, apenas para chamar a atenção, a sociedade esmaga imediatamente qualquer pretensão do homem em expor seu sofrimento!
Aos homens, está reservado apenas o direito de trabalhar para financiar os imensos privilégios que a mulher atual possui na sociedade, e nada mais.

Captura de Tela 2013-08-26 às 19.57.01

Não pode sequer tentar expor a realidade porque será execrado por todos, até pelos próprios homens.
Devido ao fortíssimo complexo de superioridade da mulher atual, elas acreditam que é injusto elas sofrerem por qualquer motivo.
Se ela trabalha em uma empresa, e tem um nível de produtividade 20 ou 30% inferior aos homens, e recebe menos, ela vai taxar isso de opressão machista da sociedade, e jamais vai parar para enxergar os fatos de forma madura e realista.
Mas se ela ganha o mesmo que eles, mesmo com menor produtividade, ela se cala e ainda acredita que não estão fazendo nada além da obrigação deles de tratá-la de forma privilegiada pelo fato de ela ser mulher.

O show de vitimismo nas redes sociais

A mulher pobre, que trabalha muito e ganha pouco, nem tem muito tempo para reclamar, embora também reclame muito.
Mas as mulheres “bem sucedidas” reclamam absurdos por qualquer motivo.
A patricinhas reclamam que tem uma bunda ou peito pequeno e que gostariam de colocar silicone, e toda semana a mesma que reclama da baixa autoestima dela, dá dezenas de foras nos Betas.
As meninas de hoje tem muita pressa de entrar no mercado sexual para competir com as mulheres mais velhas.
Elas são compelidas a fazer isso pelo próprio ego e instinto de procriação, e necessitam a todo custo provar sua superioridade frente as fêmeas rivais.
Então começam a dar muito cedo, e para variar, só para os piores caras.
Quando são “usadas” e depois chutadas pelos cafajestes e bandidos que as enrabaram, elas ficam dias seguidos postando frases e dizeres sobre desilusão com os homens e amor não correspondido.
Mas elas só reclamam se elas forem chutadas, porque se são elas que dão o fora, aí tudo muda, e o vitimismo dá lugar ao sarcasmo no mural do facebook, tudo com total apoio das mulheres e dos homens capachos de hoje.
A mulher que usa o vitimismo para chamar a atenção, não é vítima de mais nada além do próprio ego e infantilidade dela!

Captura de tela 2012-12-15 às 18.49.27

Se ela encarasse a vida de forma realista e madura, saberia que existem coisas na vida muito piores do que ser ignorada pelo Alfa da faculdade.
Se o cara não quis come-la, ela sai dizendo para todos que ele é gay ou um machista ignorante porque ele não aceita a promiscuidade ou o passado sexual dela.
Na mente da mulher atual, o homem não tem o direito de dizer não!
Elas simplesmente não aceitam ser contrariadas em nenhum aspecto da vida.

Misandria – Homens são descartáveis parte 1

11 comentários em “Porque as mulheres adoram se fazer de vítimas parte 2

  1. Wolf disse:

    Excelente artigo!

    Parabéns por encontrar esses videos também.

  2. Marcus disse:

    otimo post empalador e meus irmão libertos vejam mais um caso

    ALFA VS BETA quem sera que ganha !!!

  3. Fernando disse:

    Essa coisa das mulheres fazerem vitimismo tem a intenção de fazer pessoas e grupos e até mesmo sociedades inteiras funcionarem a favor delas mesmo que estejam erradas,já reparo que quando uma mulher se faz de vítima todo mundo fica a favor dela mesmo que esteja errada.
    Hoje em dia a lavagem cerebral feminista é tão grande na cabeça de homens e mulheres que já virou até tabu fala mal de mulher e não ser execrado,engraçado que eu meto a real em vários videos do youtube onde tem vários homens capachos o único argumento que uso contra homens feministas que defendem mulher vadia e se permitiriam que as mulheres da sua família agissem como uma mulher feminista e se tornassem putas e vadias promiscuas como prega o feminismo os mesmo calam a boca na hora quando eu uso esse argumento.

  4. Roberto da Silva Rocha, professor universitário e cientista político

    Blogger-A Invenção da sociedade humana pela mulher
    http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2011/07/sindrome-da-mulher-aranha-ou-da.html
    Blogger-A Invenção da sociedade humana pela mulher
    “Início da sociedade: marcada como uma ‘primeira revolução’, a construção de abrigos e a constituição das famílias determinam o fim do nomadismo. A linguagem toma características tribais e esta foi uma época de relativa felicidade, com o aparecimento do amor. Os males surgentes serão a vaidade e a comparação.” Jean Jacques Rousseau – Discurso sobre as origens e os fundamentos das desigualdades da sociedade humana…
    Os teóricos da Ciência da Economia construíram uma hipótese antropológica interessante sobre a origem da agricultura, da criação de animais domésticos e da criação em cativeiro de pequenos animais domésticos para o fornecimento dos alimentos.
    Diz esta teoria que há cerca de 50 mil anos passados fora a fêmea do homo sapiens quem inventou a economia doméstica, a agricultura, a linguagem falada, a criação de animais domésticos, criou a casa, criou os primeiros móveis domésticos.
    O macho homo sapiens nesta época não participava da vida doméstica, que era formada pelo grupo das mulheres, das crianças e bebês humanos. Sabemos disso com certeza porque somente nos últimos cinco mil anos a cultura humana começou a estabelecer a associação entre o sexo heterossexual e a reprodução.
    Então o macho sapiens ignorava por completo a vida em família como conhecemos hoje, formada por um casal heterossexual como reprodutor da espécie humana.
    Este fato é o fundamento da História da cultura humana.
    Em sua solidão histórica, vagando pela natureza selvagem, passando cerca de nove meses prenha e tendo que cuidar da prole durante os períodos de puerpério tinha a fêmea sapiens a cuidar de si apenas as suas parceiras, já que o macho achava que nada tinha a ver com aquela situação embaraçosa em que as fêmeas humanas adultas sexualmente a cada nove meses andavam envolvidas.
    Depois do período do pós-parto era longo o tempo de lactação do bebê humano. Solitariamente.
    O sexo para o homo sapiens masculino era indistinto: homens, mulheres, velhos, novos, irmãs, tias, mães, avós nada escapava porque não se havia estabelecido os fundamentos dos laços familiares, porque o macho sapiens vivia caçando, viajando, nômade, e coletando alimentos de fortuna, em grupos de homens machos sapiens, às vezes retornando ao círculo onde nascera casualmente.
    Como fixar o macho perto das fêmeas e segregá-lo do grupo dos machos, sedentarizando-o?
    Este era o desafio das fêmeas sapiens.
    Então, as fêmeas sapiens não podiam acompanhar constantemente os machos sapiens em suas jornadas de caçadas e coletas de alimentos de fortuna, porque estavam sempre prenhas, amamentando ou carregando as suas crias, suas tralhas domésticas, sem saberem quem eram os pais de suas crias, – se elas pudessem associar o ato sexual ao ato da gestação – espertamente as fêmeas criaram algumas táticas comportamentais que em conjunto tornou-se uma estratégia muito eficiente para resolver este problema:
    a) Inventaram o conceito de beleza feminina;
    b) Inventaram a família;
    c) Inventaram o amor;
    d) Inventaram a sexualidade macho-fêmea;
    e) Inventaram o casamento;
    f) Inventaram a fidelidade;
    g) Inventaram o lar;
    h) Inventaram a agricultura;
    i) Inventaram a criação de animais domésticos;
    j) Inventaram a Economia;
    k) Inventaram a propriedade privada;
    l) Inventaram a poupança;
    m) Inventaram as regras de moral e ética;
    n) Inventaram a religião;
    o) Inventaram a cultura humana;
    p) Inventaram o machismo, depois o feminismo

    Com isso criaram atrativos para os machos sapiens se interessarem em permanecerem perto das fêmeas sapiens e das crias das fêmeas sapiens sem saberem que tinha participação genética naquele processo de reprodução, a priori, portanto, as fêmeas tiveram que criar muitos interessantes atrativos para que os machos trocassem a sua liberdade de bicho nômade pela sedentarização junto a uma prole que ele não assumiria como se fosse de sua cota genética.
    Quanta engenhosidade feminina!
    O conceito de beleza é uma invenção feminina, segundo o filósofo Rousseau, quando da pré-história a fêmea humana criou-o para se distinguir das outras demais fêmeas para prender e chamar a atenção do macho da espécie homo.
    Acontece que o macho pré-histórico era nômade e promíscuo. Para o macho toda mulher era igual, sem distinção, qualquer uma serviria, a não ser por uma eventual doença ou velhice.
    Não haviam sido ainda naquela época estabelecidas na cultura e na Biologia a co-relação de causa e de feito entre o sexo, o macho, gravidez e a reprodução.
    Acontecia que as fêmeas, também promíscuas e infiéis como os machos, passavam por três ocasiões em suas existências em que precisavam da presença companheira que eram no momento final da gravidez, no parto, e na fase de aleitamento das crias, quando precisavam ser auxiliadas no parto e na fase pós-parto para cumprirem as suas atividades.
    Assim a fêmea precisou inventar a família, e consequentemente o amor moral, enquanto o macho somente conhecia o amor físico, sexual, casual.
    Então a fêmea inventou a beleza, começando a se enfeitar para atrair o macho e sedentarizá-lo, para ele sempre se lembrar daquela fêmea, mostrar que ela era diferente das demais fêmeas, bonita, usando adornos, cuidando dos cabelos, chamando a atenção para partes do corpo e para a sua identidade que era principalmente o seu rosto, começando assim uma competição com outras fêmeas pela atenção do macho.
    As fêmeas passaram a verificar as coisas que atraíam mais os machos em seus corpos para destacá-las, e a esconder as partes consideradas menos atrativas, para criar laços afetivos e morais.
    Assim fora inventado o conceito de beleza.
    Que engenharia!
    A mulher inventou a família, o amor moral, a beleza, a monogamia, o ciúme, para manter a exclusividade e a fidelidade do macho através do afeto.
    A mulher, para fugir do esforço da caça, domesticou os animais que serviam de alimento; para fugir da coleta de alimentos enterrou e transplantou alguns vegetais e percebeu que poderiam viver e crescer, inventando assim a agricultura e economizando caminhadas pelas paragens para coletar alimentos.
    Os machos em suas caçadas precisavam do fator surpresa, por isso mal emitam ruídos que pudessem afastar as presas. Ao contrário, as fêmeas sapiens precisavam se comunicar constantemente, permanentemente, continuamente, então inventaram a fala, a linguagem falada.
    As mulheres estabeleceram as primeiras regras de moral para organizarem o acesso ao novo brinquedinho sexual feminino, para isso veio de brinde a invenção da sensualidade feminina, ao contrário do folclore sobre o tacape e o estupro masculino, agora a mulher virou uma commodity sexual e precisava valorizar o acesso a ela com regras que permitiam e proibiam o sexo entre parentes, entre homens, entre mulheres e com as crianças.
    Estava inventada a moral, a tradição, a Ética, então a religião foi o passo seguinte.
    A mulher vivia em uma situação privilegiada na era pré-tecnológica, quando o trabalho significava quebrar pedras com marreta, não como o é agora, quando se trabalha atrás de um teclado de computador ou num caminhão com câmbio automático e direção hidráulica que até um tetraplégico consegue dirigir.
    A mulher inventou o machismo para o macho nem desconfiar que era ele o escravo do trabalho: caçar, matar, fazer tudo pela família em troca da glória, caso contrário, não mereceria o título de macho forte, valente, poderoso.
    O trabalho até duzentos anos atrás era considerado apenas um castigo para os pobres e analfabetos, não dava status, como hoje procuram as mulheres, as quais viviam como verdadeiras rainhas-dos-lares, na maior mordomia..
    Com tantos percalços no caminho de seu sucesso no mundo do trabalho fora de casa, o gênero feminino, a par de descobrir a selvageria da competição do mercado de trabalho, tem ainda a enfrentar como segmento minoritário, todos os preconceitos e expectativas minimizantes do mercado profissional a respeito de sua capacidade ainda não cabalmente testada e comprovada em áreas onde está ausente, fugindo do labor duro, aí sim, protegida pela tradição e pela religião do trabalho penoso, como hoje ainda acontece nas áreas duras nas competições automobilísticas, motociclísticas, nas áreas de engenharia, enfim nas áreas consideradas “duras” da atividade humana, como sempre o fez ao longo da História, quando o macho do gênero quebrou pedras e fez guerras com a marreta e a espada, antes das invenções da britadeira e do míssil guiado, computadorizado, furtivo e inteligente.
    A maior invenção da evolução social do gênero humano foi a descoberta (ou a invenção) da divisão do trabalho social, e na era industrial a invenção da divisão de tarefas como na linha de montagem industrial e na área de serviços.
    O que quer dizer: antes o ser primitivo tinha que ser polivalente, fazendo de tudo em autonomia completa. Tinha que construir a casa, pescar, caçar, fazer as suas ferramentas, suas roupas, enfim fazer de tudo.
    Os homens criaram praticamente tudo que existe na vida moderna sem permitir a menor participação feminina, pois criaram, entre outras coisas: Submarino; Navio a vapor, Aviões, Automóveis, Computador, Sistemas Operacionais digitalizados e analógicos para dispositivos computadorizados, Helicópteros, hélice, Geradores elétricos, Solda Elétrica, Caneta esferográfica, Máquina de lavar roupa, Secadores de cabelo, Chapinha elétrica de cerâmica, Microprocessadores de semicondutor, Inventaram / descobriram a Física, Química, Matemática, Geografia, Filosofia, Psicologia, Medicina, Antropologia, Sociologia, Astronáutica, Astrologia, Engenharias e enfim, não deixaram quase nada para as mulheres descobrirem ou inventarem.
    Este fato deixou as mulheres em uma situação tal que as mesmas encontram-se sem condições de provarem as suas qualidades intelectuais por total ausência de qualquer oportunidade deixada pelos machos.
    Não existe nenhum fato histórico comprovando a teoria de que o homem oprimiu historicamente a mulher deixando-a neste estado de total submissão e desimportância tal que precisou de um movimento internacional de libertação e liberalização. Seria uma conspiração machista transnacional e intertemporal em uma época em que os continentes nem se imaginavam as existências uns dos outros, nas eras de pré colonização (pré-colombiana) e pré descobrimentos das Índias, Américas e África.
    Já faz tempo que com a divisão de tarefas podemos contar com a solidariedade orgânica-mecânica social que nos permite trocarmos tarefas/produtos por uma remuneração financeira, e encontrarmos produtos e serviços ofertados no chamado mercado, embora não seja algo muito justo e equânime (por isso que Karl Marx e outros filósofos protestaram ante as injustiças desta divisão assimétrica do trabalho social, mas isso é tema para muitas guerras e discussões, incluindo Jesus e tantos outros críticos da estrutura social).
    Nesta divisão do trabalho social percebemos que não existem papéis dispensáveis-desimportantes, socialmente, embora as remunerações sejam desiguais, socialmente falando o trabalho do gari é tão importante quanto o do médico, ou do engenheiro ou do administrador.
    A sociedade moderna depende de funcionar interdependentemente e para isso precisa de cada um destes papéis sociais, vide que na década de 80 do milênio passado a Alemanha teve que incentivar a entrada de migrantes turcos para suprir a falta de mão-de-obra de carpinteiros, garis, encanadores etc… que eram bem-vindos e tinha muito boa remuneração por total falta de interesse dos bem escolarizados alemães que não desejavam ocupar estas funções de baixo status social mas, que não existindo tornavam a vida social impossível na Alemanha.
    Quando a mulher percebeu que deveria tentar mudanças na sua participação na divisão do trabalho social incluindo o papel de mãe aí sim colocou em risco a sobrevivência da espécie humana pela primeira vez em toda a existência do gênero humano.
    Sem a mãe e dona-de-casa o macho não teria tempo para inventar tudo que a tecnologia hoje oferece para a sociedade.
    Não sei como será no futuro, mas parece que Karl Marx tinha razão: mesmo que você pagasse o mesmo salário para o médico e para o gari, ainda assim teríamos médicos e garis, mas a sociedade teria que para isso aprender a rever o status social dos garis e dos médicos.
    Para mim acontece isso com relação ao papel social atual da mulher: elas apenas querem ser valorizadas em seus papéis de mães e de esposas, nada mais, por que o mundo do trabalho não é nada glamuroso, a não ser para os chefes, empresários e para algumas profissões bem vistas, e isso vai ser percebido pelas mulheres que trabalham fora, mas, tarde demais e então o prejuízo estará feito e será difícil voltar atrás aos papéis sociais anteriores à revolução feminista, como algumas sub-trabalhadoras operárias já descobriram dolorosamente.
    A mulher domou e domesticou as plantas, os animais e o macho, civilizando-o e educando-o, tornando o macho o ser humano que hoje ele é, através da criação da religião, do culto aos mortos, da moral, do amor moral, da estética, dos rituais sociais e da Ética.

    A mulher criou a civilização humana.

    P.S: parece-me que o tiro saiu pela culatra histórica do revólver feminino! A mulher sempre usou da dominação carismática e sexual para controlar e exercer o seu poder sobre o macho; obrigou-o a fazer guerras, a governar o mundo e a ser um desbravador estimulando o seu machismo, sua coragem e destemor, nós os machos é que trabalhamos, pescamos, caçamos, matamos e morremos em 99% dos casos, elas sempre escolheram o seu parceiro que a escolheria e o resultado disso foi uma seleção natural que resultou em machos mais altos e mais fortes do que as fêmeas num dimorfismo sexual causado por este comportamento feminino na hora de copular com o macho, os fracos e baixinhos não tinham grandes chances, hoje elas procuram os bem-sucedidos intelectualmente e economicamente; mas a sinestesia deste esforço escravo e submisso foi a Revolução Industrial machista que começou na Inglaterra, com o objetivo de diminuir o trabalho humano-masculino, em alguns casos de substituí-lo pelas máquinas a vapor e elétricas, e no caso da informática consistiu na nova era de revolução tecnológica em fazer computadores que calculam melhor do que o ser humano seria capaz. Resumindo; o placar homem X mulher na linha do tempo virou, depois de 2,5 milhões de anos, mas as feministas querem devolver a diferença.

    http://professorrobertorocha.blogspot.com.br/2011/07/sindrome-da-mulher-aranha-ou-da.html

  5. Dexter Morgan disse:

    Escrivã corrupta querendo se passar por vítima.

    • Terminnator disse:

      Porem o flagrante foi encontrado.

    • Roberto Costa disse:

      E a reporter tentando fazer, a todo custo, crer que a vadia corrupta é vítima!!! Absurdo isso. Está de brincadeira. Ela é uma funcionária corrupta, vagabunda e vira coitadinha. A torturada psicológica. Fala sério, ladrona! Vai se fuder com essa história de deprimida. Tudo fingimento de mulher! A gente não cai mais nessa! Quando é homem a coisa é pior. Apanha, é humilhado e ninguém faz nada e ainda dizem que merecem mesmo apanhar. Só que vi toda a reportagem e não se falaram um segundo só a questão da corrupção. E o crime que ela cometeu? Foda-se mídia ESCROTA!

  6. Androus disse:

    Sempre fui bonzinho, e sempre levei um pe na bunda das minhas ex, um dia a mae de um amigo meu falo o seguinte: a mulher de hj meu filho, e muito venenosa!

  7. Sheila disse:

    Parabéns pelo artigo!
    Eu como mulher posso falar com toda a certeza se fazer de vítima é muito fácil, até mesmo por causa do nosso biótipo, “nosso corpo tão frágil e voz tão serena”. É incrível como a mensagem que passam é cenas lindas de mulheres amamentando, com a família, sendo tão boas; enquanto os homens tão maus saem de sua casa para os braços da amante…. e só pra lembrar as amantes são o que mesmo??? Sim outras mulheres!!!
    Ata querem ser tratadas como princesas em certas horas e agem como adultas quando é preciso. Os homens não são vítimas também escolheu errado sua namorada vai dançar! Lembre-se existe uma massa encefálica dentro da nossa cabeça pra ser usada.

  8. André disse:

    Mulheres…

    A Real sabe que vocês são utilitaristas, a Real sabe que dificilmente uma mulher poderá amar um homem pelo que ele é.
    A História tem centenas de exemplos de mulheres que só ficaram com o homem porque ele tinha grana. Há relatos na própria Bíblia sobre o utilitarismo das mulheres.

    Não importa se o homem tem bom caráter, educação, se a trata bem, se é inteligente ou tem qualquer uma dessas qualidades que vocês tem nojo se vier sem $$$$. Para a maioria das mulheres só importa o dinheiro; sempre foi, e sempre será assim. Só o tolo mangina não quer ver isso.

    ……….

    Não, feministas utilitaristas, eu não sou frustrado, não sou pobretão, não sou feio, nem viado.
    Eu sou bonito, malhado(por motivos pessoais, e não para pegar mulher como muito idiota costuma fazer), tenho grana, sei o valor do caráter de uma pessoa e sei da importância dos meus pais e de pessoas que valem a pena para a minha vida.

    E melhor que isso, aprendi há muito tempo que:
    1-Dignidade;
    2-Moral;
    3-Honra;
    4-Inteligência;
    5-Honestidade;
    E outras qualidades de verdade que só sabe o valor quem realmente dá valor as mesmas, para vocês mulheres utilitaristas valem menos que MERDA.

    Continuem esperando o homem perfeito, cheio de grana que vai levar você para morar num castelo na Europa.
    Entretanto, pensem nessa pergunta: o que você teria para oferecer para um homem milionário já que ele pode ter dezenas de mulheres mais bonitas e atraentes que você??

    Amor?? Kkkkkkk

    • Wanderley moraes disse:

      Caro André, escrevo essa observação um pouco tardia, só consegui acessar esse site em 2017, espero que a mesma chegue a você, mas mesmo assim gostaria de te parabenizar pelo seu excelente comentário, nele você falou a REAL legal!

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