A amoralidade e a paranóia da mulher com mentalidade feminista parte 3

A necessidade de autoafirmação

Para se auto afirmarem como femêas dominantes, e para conseguir atrair os homens mais destacados, as mulheres investem pesado no próprio corpo.
Interessante observar que elas vão a um cirurgião plástico e colocam um silicone inventado por homens, com equipamentos criados por homens, e depois que ficam mais gostosas se sentem superiores a todos os homens!
Depois elas inflam o próprio ego postando fotos nas redes sociais que os homens criaram, capturam algum otário provedor bem mansinho e ficam se vangloriando disso nas conversas com as amigas.
A mulher atual vive como um parasita, e quem permite isso são os frouxos dessa geração de homens “sensíveis”.
Elas trabalham, mas vivem de forma alucinada e para conseguir manter esse padrão de vida, sugam os homens sem remorso.

A educação das mães ensina isso desde o início para as filhas, e a mídia que sempre apóia o feminismo também ajuda a incutir a idéia de que a mulher que se preserva e não quer ser promíscua está se submetendo ao machismo dos homens!
Não existe meio termo para as mulheres com mentalidade feminista, ou elas se preservam e com isso são taxadas de submissas e sem personalidade, ou elas se “libertam” e vivem de forma hedonista para se auto afirmarem como mulheres fortes e independentes.
A mulher atual acha ridícula a idéia de que deve fazer algum sacrifício por um homem, mas exige inúmeros sacrifícios dos homens para fornecer sexo, sendo o dinheiro o primeiro deles.
Mas essa força toda da mulher tem prazo de validade.
O prazo termina quando o tempo se encarrega de deixá-la feia.
Com o fim da beleza, chega ao fim também a capacidade de manipular os homens.

As mulheres quando são jovens, usam para justificar sua promiscuidade um suposto apoio dos homens.
Mas os homens que apóiam a idéia de que a mulher não precisa se preservar, são justamente os piores homens!
A mulher acredita que o cafajeste aceita a promiscuidade dela porque ele é “moderno” e não é machista, mas a verdade não é essa.
São os cafajestes que não querem nenhum tipo de compromisso, e por esse motivo dizem não se importar com o fato das mulheres darem para centenas, as vezes milhares de homens.
Mas esses cafajestes não tem planos de ficar com uma mulher até ela envelhecer e perder seu poder sexual.
Eles só querem comer e jogá-las fora, porque não se apegam sentimentalmente como os bonzinhos.
Mas ao invés das mulheres agirem de forma lógica e optarem por se preservar, elas preferem se tornar lanchinhos de cafas.

Nada na história da humanidade desvalorizou tanto homens e mulheres como o feminismo.
Ambos se tornaram descartáveis, o homem muito mais claro, mas a mulher também quando ela envelhece.
Depois de levar uma vida inteira baseada no egoísmo, na promiscuidade e utilitarismo, a mulher envelhece e se torna descartável, porque no fundo os homens sabem que elas foram arrogantes a vida inteira, e que sempre usaram os homens.
Mas nenhuma feminista vai alertar a mulher atual sobre isso, porque no ideal feminista, tudo o que é do interesse dos homens é machismo!
O homem segundo o feminismo, não tem o direito de escolher uma mulher que não seja promíscua, por isso as feministas odeiam quando ouvem uma mulher dizendo que quer se casar virgem, e hoje as feministas estão muito felizes, porque não ouvem mais esse tipo de “besteira”.
Mas a mulher feia, está na base do mercado sexual, nunca vai ter sucesso pensando assim, porque as gostosas podem arranjar algum trouxa quando envelhecem, mas as feias não.
Se a mulher engravidar e o cafajeste sumir, a mulher vai culpar todos os homens por isso.
Elas erram a vida inteira por terem ideais feministas, mas nunca culpam o feminismo por nada!

15 comentários em “A amoralidade e a paranóia da mulher com mentalidade feminista parte 3

  1. guilherme palombo disse:

    empalador, veja esse video eu acho que vai te interessar bem.

  2. Isaak disse:

    So me pergunto onde isso vai terminar. Deixei de comer uma assim por conta disso mesmo. Ela parecia legal no começo. Bom papo e tal. Ai eu cai na besteira de falar q nao curtia sexo casual. Ela sumiu. Depois a ficha caiu e eu vi que ela so queria casual e talvez me puxar pra alguma utilizade. Imagino quantos e quantos ja nao estiveram em seus braços. E mais, percebi nelas grandes partes do que é mostrado acima. Ela come cachaça com farinha! Rebelde até o talo! Eu senti uma coisa demoniaca ali. Pronta pra devorar o proximo. Por xana? Não! Meti o pé!

  3. Roberto Costa disse:

    Mais uma vez, meus parabéns. Não é à toa que a mulher com um bom poder aquisitivo investe quase que todos os seus recursos em plásticas, academia, produtos para deixá-las sempre jovens, dietas absurdas. Ou seja, elas querem manter por mais tempo o seu poder de barganha sexual para manipular homens otários. Aquelas que não têm esses recursos, ou seja, são pobres, estão fudidas mesmo. É por isso também que elas investem em arrumar caras ricos para bancar academia, plasticas, silicones… O homem é um ser simples. Consegue viver com pouco e ser feliz. Tem um foto que circula na net de uma enchente que ocorre em algum estado dos Estados Unidos e no meio desse enchente tem cara, muito feliz, em um bote tomando cerveja. Esse é o homem. A mulher é histérica, esquizofrênica, louca, preocupa-se com bobagens. Ultimamente estou preferindo viver só e estou gostando é muito. Meu dinheiro é só pra mim. Vou ao cinema sozinho, bato um bola no final de semana com amigos do serviço e as coisas estão indo muito bem. Mulher é bom, mas, na maioria das vezes, só trás problemas no dia-a-dia. Você tem muito mais a perder do que ganhar com a mulher atual.

  4. Mushrramo disse:

    Já nem sei mais se isso tudo também é mentira ou verdade… ainda tudo está girando na minha mente de merda.

  5. Marcello disse:

    Triste realidade:

  6. Fernando disse:

    “A mulher atual vive como um parasita,e quem permite isso são os frouxos dessa geração de homens “sensíveis”.
    Falou tudo nessa frase,as mulheres de hoje se tornaram assim principalmente por causa dessa geração de homens frouxos que não sabem mais exercer autoridade sobre a mulher,pois se tornaram submissos por causa da constante lavagem cerebral que sofreram da mídia feminista desde a infância.
    Olha um vídeo que comprova o fato de quanto elas te muito mais lucro em viverem uma vida de promiscuidade e prostituição do que encontra um homem bom e constituir família.

  7. BLOGGER-A INVENÇÃO DA SOCIEDADE HUMANA PELA MULHER
    “INÍCIO DA SOCIEDADE: MARCADA COMO UMA ‘PRIMEIRA REVOLUÇÃO’, A CONSTRUÇÃO DE ABRIGOS E A CONSTITUIÇÃO DAS FAMÍLIAS DETERMINAM O FIM DO NOMADISMO. A LINGUAGEM TOMA CARACTERÍSTICAS TRIBAIS E ESTA FOI UMA ÉPOCA DE RELATIVA FELICIDADE, COM O APARECIMENTO DO AMOR. OS MALES SURGENTES SERÃO A VAIDADE E A COMPARAÇÃO.” JEAN JACQUES ROUSSEAU – DISCURSO SOBRE AS ORIGENS E OS FUNDAMENTOS DAS DESIGUALDADES DA SOCIEDADE HUMANA…
    Os teóricos da Ciência da Economia construíram uma hipótese antropológica interessante sobre a origem da agricultura, da criação de animais domésticos e da cultura de pequenos animais domésticos para o fornecimento dos alimentos.
    Diz esta teoria que há cerca de 50 mil anos passados fora a fêmea do homo sapiens quem inventou a economia doméstica, a agricultura, a linguagem falada, a criação de animais domésticos, criou a casa, criou os primeiros móveis domésticos.
    O macho homo sapiens nesta época não participava da vida doméstica, que era formada pelo grupo das mulheres e das crianças e bebês humanos. Sabemos disso com certeza porque somente nos últimos cinco mil anos a cultura humana começou a estabelecer a associação entre o sexo heterossexual e a reprodução.
    Então o macho sapiens ignorava por completo a vida em família como conhecemos hoje, formada por um casal heterossexual como reprodutor da espécie humana.
    Este fato é o fundamento da História da cultura humana.
    Em sua solidão histórica, vagando pela natureza selvagem, passando cerca de nove meses prenha e tendo que cuidar da prole durante os períodos de puerpério tinha a fêmea sapiens a cuidar de si apenas as suas parceiras, já que o macho achava que nada tinha a ver com aquela situação embaraçosa em que as fêmeas vez por outra andavam envolvidas. Depois do período do pós-parto era longo o tempo de lactação do bebê humano. Solitariamente.
    O sexo para o homo sapiens masculino era indistinto: homens, mulheres, velhos, novos, irmãs, tias, mães, avós nada escapava porque não se havia estabelecido os fundamentos dos laços familiares, porque o macho sapiens vivia caçando, viajando, nômade, e coletando alimentos de fortuna, em grupos de homens machos sapiens, às vezes retornando ao círculo onde nascera casualmente.
    Como fixar o macho perto das fêmeas e segregá-lo do grupo dos machos, sedentarizando-o? Este era o desafio das fêmeas sapiens.
    Então, as fêmeas sapiens que não podiam acompanhar constantemente os machos sapiens em suas jornadas de caçadas e coletas de alimentos de fortuna, porque estavam sempre prenhas, amamentando ou carregando as suas crias, suas tralhas domésticas, sem saberem quem eram os pais de suas crias, – se elas pudessem associar o ato sexual ao ato da gestação – espertamente as fêmeas bolaram um conjunto de estratégias que em conjunto tornaram-se muito eficientes para resolver este problema:
    a) Inventaram o conceito de beleza feminina;
    b) Inventaram a família;
    c) Inventaram o amor;
    d) Inventaram a sexualidade macho-fêmea;
    e) Inventaram o casamento;
    f) Inventaram a fidelidade;
    g) Inventaram o lar;
    h) Inventaram a agricultura;
    i) Inventaram a criação de animais domésticos;
    j) Inventaram a Economia;
    k) Inventaram a propriedade privada;
    l) Inventaram a poupança;
    m) Inventaram as regras de moral e ética;
    n) Inventaram a religião;
    o) Inventaram a cultura humana;
    Com isso criaram atrativos para os machos sapiens se interessarem em permanecerem perto das fêmeas sapiens e das crias das fêmeas sapiens sem saberem que tinha participação genética naquele processo de reprodução, a priori, portanto, as fêmeas tiveram que criar muitos interessantes atrativos para que os machos trocassem a sua liberdade de bicho nômade pela sedentarização junto a uma prole que ele não assumira que fosse de sua cota genética.
    Quanta engenhosidade feminina!
    O conceito de beleza é uma invenção feminina, segundo o filósofo Rousseau, quando da pré-história a fêmea humana criou-o para se distinguir das outras demais fêmeas para prender e chamar a atenção do macho da espécie homo.
    Acontece que o macho pré-histórico era nômade e promíscuo. Para o macho toda mulher era igual, sem distinção, qualquer uma servia, a não ser por uma eventual doença ou velhice.
    Não havia sido ainda naquela época estabelecidas na cultura e na Biologia a co-relação de causa e de feito entre o sexo, o macho e a reprodução.
    Acontecia que as fêmeas, também promíscuas e infiéis como os machos, passavam por três ocasiões em suas existências em que precisavam da presença companheira que eram no momento final da gravidez, no parto, e na fase de aleitamento das crias, quando precisavam ser auxiliadas no parto e na fase pós-parto para cumprirem as suas atividades.
    Assim a fêmea precisou inventar a família, e consequentemente o amor moral, enquanto o macho somente conhecia o amor físico, sexual, casual.
    Então a fêmea inventou a beleza, começando a se enfeitar para atrair o macho e sedentarizá-lo, para ele sempre se lembrar daquela fêmea, mostrar que ela era diferente das demais fêmeas, bonita, usando adornos, cuidando dos cabelos, chamando a atenção para partes do corpo e para a sua identidade que era principalmente o seu rosto, começando assim uma competição com outras fêmeas pela atenção do macho.
    As fêmeas passaram a verificar as coisas que atraíam mais os machos em seus corpos para destacá-las, e a esconder as partes consideradas menos atrativas, para criar laços afetivos e morais. Assim for inventado o conceito de beleza.
    Que engenharia!
    A mulher inventou a família, o amor moral, a beleza, a monogamia, o ciúme, para manter a exclusividade e a fidelidade do macho através do afeto.
    A mulher para fugir do esforço da caça domesticou os animais que serviam de alimento, para fugir da coleta de alimentos enterrou e transplantou alguns vegetais e percebeu que poderiam viver e crescer, inventando assim a agricultura e economizando caminhadas pelas paragens para coletar alimentos.
    Os machos em suas caçadas precisavam do fator surpresa, por isso mal emitam ruídos que pudessem afastar as presas. Ao contrário as fêmeas sapiens precisavam se comunicar constantemente, permanentemente, continuamente, então inventaram a fala, a linguagem falada.
    As mulheres estabeleceram as primeiras regras de moral para organizarem o acesso ao novo brinquedinho sexual feminino, para isso veio de brinde a invenção da sensualidade feminina, ao contrário do folclore sobre o tacape e o estupro masculino, agora a mulher virou uma commodity sexual e precisava valorizar o acesso a ela com regras que permitiam e proibiam o sexo entre parentes, entre homens, e entre mulheres e crianças.
    Estava inventada a moral, a tradição, a Ética, e a religião foi o passo seguinte.
    A mulher vivia em uma situação privilegiada na era pré-tecnológica, quando o trabalho significava quebrar pedras com marreta, não como o é agora, quando trabalha-se atrás de um teclado de computador ou num caminhão com câmbio automático e direção hidráulica que até um tetraplégico consegue dirigir.
    O trabalho até duzentos anos atrás era considerado apenas um castigo para os pobres e analfabetos, não dava status, como hoje procuram as mulheres, as quais viviam como verdadeiras rainhas-dos-lares, na maior mordomia..
    Com tantos percalços no caminho de seu sucesso no mundo do trabalho fora de casa, o gênero feminino, ao par de descobrir a selvageria da competição do mercado de trabalho, tem ainda a enfrentar como segmento minoritário, todos os preconceitos e expectativas minimizantes do mercado profissional a respeito de sua capacidade ainda não cabalmente testada e comprovada em áreas onde está ausente, fugindo do labor duro, aí sim, protegida pelas tradição religiosa do trabalho penoso, como hoje ainda acontece nas áreas duras nas competições automobilísticas, motociclísticas, nas áreas de engenharia, enfim nas áreas consideradas “duras” da atividade humana, como sempre o fez ao longo da História, quando o macho do gênero quebrou pedras e fez guerras com a marreta e a espada, antes das invenções da britadeira e do míssil guiado, computadorizado, furtivo e inteligente.
    A maior invenção da evolução social do gênero humano foi a descoberta (ou a invenção) da divisão do trabalho social, e na era industrial a invenção da divisão de tarefas como na linha de montagem industrial e na área de serviços.
    O que quer dizer: antes o ser primitivo tinha que ser polivalente, fazendo de tudo em autonomia completa. Tinha que construir a casa, pescar, caçar, fazer as suas ferramentas, suas roupas, enfim fazer de tudo.
    Os homens criaram praticamente tudo que existe na vida moderna sem permitir a menor participação feminina, pois criaram, entre outras coisas: Submarino; Navio a vapor, Aviões, Automóveis, Computador, Sistemas Operacionais digitalizados e analógicos para dispositivos computadorizados, Helicópteros, hélice, Geradores elétricos, Solda Elétrica, Caneta esferográfica, Máquina de lavar roupa, Secadores de cabelo, Chapinha elétrica de cerâmica, Microprocessadores de semicondutor, Inventaram / descobriram a Física, Química, Matemática, Geografia, Filosofia, Psicologia, Medicina, Antropologia, Sociologia, Astronáutica, Astrologia, Engenharias e enfim, não deixaram quase nada para as mulheres descobrirem ou inventarem.
    Este fato deixou as mulheres em uma situação tal que as mesmas encontram-se sem condições de provarem as suas qualidades intelectuais por total ausência de qualquer oportunidade deixada pelos machos.
    Não existe nenhum fato histórico comprovando a teoria de que o homem oprimiu historicamente a mulher deixando-a neste estado de total submissão e desimportância tal que precisou de um movimento internacional de libertação e liberalização. Seria uma conspiração machista transnacional e intertemporal em uma época em que os continentes nem se imaginavam as existências uns dos outros, nas eras de pré colonização (pré-colombiana) e pré descobrimentos das Índias, Américas e África.
    Já faz tempo que com a divisão de tarefas podemos contar com a solidariedade mecânica social que nos permite trocarmos tarefas em troca de uma remuneração e encontrar produtos e serviços ofertados no chamado mercado, embora não seja algo muito justo e equânime (por isso que Karl Marx e outros filósofos protestaram ante as injustiças desta divisão assimétrica do trabalho social, mas isso é tema para muitas guerras e discussões, incluindo Jesus e tantos outros críticos da estrutura social).
    Nesta divisão do trabalho social percebemos que não existem papéis desimportantes, socialmente, embora a remuneração seja desigual, socialmente falando o trabalho do gari é tão importante socialmente quanto o do médico, ou do engenheiro ou do administrador.
    A sociedade moderna depende de funcionar interdependentemente e para isso precisa de cada um destes papéis sociais, vide que na década de 80 do milênio passado a Alemanha teve que incentivar a entrada de migrantes turcos para suprir a falta de mão-de-obra de carpinteiros, garis, encanadores etc… que eram bem-vindos e tinha muito boa remuneração por total falta de interesse dos bem escolarizados alemães que não desejavam ocupar estas funções de baixo status social mas, que não existindo tornavam a vida social impossível na Alemanha.
    Quando a mulher percebeu que deveria prever uma sua mudança na sua participação na divisão do trabalho social incluindo o papel de mãe aí sim colocou em risco a sobrevivência da espécie humana pela primeira vez em toda a existência do gênero humano.
    Sem a mãe e dona-de-casa o macho não teria tempo para inventar tudo que a tecnologia hoje oferece para a sociedade.
    Não sei como será no futuro, mas parece que Karl Marx tinha razão: mesmo que você pagasse o mesmo salário para o médico e para o gari, ainda assim teríamos médicos e garis, mas a sociedade teria que para isso aprender a rever o status social dos garis e dos médicos.
    Para mim acontece isso com relação ao papel social atual da mulher: elas apenas querem ser valorizadas em seus papéis de mães e de esposas, nada mais, por que o mundo do trabalho não é nada glamuroso, a não ser para os chefes e empresários e para algumas profissões bem vistas, e isso vai ser percebido pelas mulheres que trabalham fora, mas, tarde demais e então o prejuízo estará feito e será difícil voltar atrás aos papéis sociais anteriores à revolução feministas, como algumas sub-trabalhadoras operárias já descobriram dolorosamente.
    A mulher domou e domesticou as plantas, os animais o macho, civilizando-o e educando-o tornando o macho o ser humano que hoje é através da criação da religião, do culto aos mortos, da moral e da Ética. A mulher criou a civilização humana.

  8. Blogger-A Invenção da sociedade humana pela mulher
    “Início da sociedade: marcada como uma ‘primeira revolução’, a construção de abrigos e a constituição das famílias determinam o fim do nomadismo. A linguagem toma características tribais e esta foi uma época de relativa felicidade, com o aparecimento do amor. Os males surgentes serão a vaidade e a comparação.” Jean Jacques Rousseau – Discurso sobre as origens e os fundamentos das desigualdades da sociedade humana…
    Os teóricos da Ciência da Economia construíram uma hipótese antropológica interessante sobre a origem da agricultura, da criação de animais domésticos e da criação em cativeiro de pequenos animais domésticos para o fornecimento dos alimentos.
    Diz esta teoria que há cerca de 50 mil anos passados fora a fêmea do homo sapiens quem inventou a economia doméstica, a agricultura, a linguagem falada, a criação de animais domésticos, criou a casa, criou os primeiros móveis domésticos.
    O macho homo sapiens nesta época não participava da vida doméstica, que era formada pelo grupo das mulheres, das crianças e bebês humanos. Sabemos disso com certeza porque somente nos últimos cinco mil anos a cultura humana começou a estabelecer a associação entre o sexo heterossexual e a reprodução.
    Então o macho sapiens ignorava por completo a vida em família como conhecemos hoje, formada por um casal heterossexual como reprodutor da espécie humana.
    Este fato é o fundamento da História da cultura humana.
    Em sua solidão histórica, vagando pela natureza selvagem, passando cerca de nove meses prenha e tendo que cuidar da prole durante os períodos de puerpério tinha a fêmea sapiens a cuidar de si apenas as suas parceiras, já que o macho achava que nada tinha a ver com aquela situação embaraçosa em que as fêmeas humanas adultas sexualmente a cada nove meses andavam envolvidas.
    Depois do período do pós-parto era longo o tempo de lactação do bebê humano. Solitariamente.
    O sexo para o homo sapiens masculino era indistinto: homens, mulheres, velhos, novos, irmãs, tias, mães, avós nada escapava porque não se havia estabelecido os fundamentos dos laços familiares, porque o macho sapiens vivia caçando, viajando, nômade, e coletando alimentos de fortuna, em grupos de homens machos sapiens, às vezes retornando ao círculo onde nascera casualmente.
    Como fixar o macho perto das fêmeas e segregá-lo do grupo dos machos, sedentarizando-o?
    Este era o desafio das fêmeas sapiens.
    Então, as fêmeas sapiens não podiam acompanhar constantemente os machos sapiens em suas jornadas de caçadas e coletas de alimentos de fortuna, porque estavam sempre prenhas, amamentando ou carregando as suas crias, suas tralhas domésticas, sem saberem quem eram os pais de suas crias, – se elas pudessem associar o ato sexual ao ato da gestação – espertamente as fêmeas criaram algumas táticas comportamentais que em conjunto tornou-se uma estratégia muito eficiente para resolver este problema:
    a) Inventaram o conceito de beleza feminina;
    b) Inventaram a família;
    c) Inventaram o amor;
    d) Inventaram a sexualidade macho-fêmea;
    e) Inventaram o casamento;
    f) Inventaram a fidelidade;
    g) Inventaram o lar;
    h) Inventaram a agricultura;
    i) Inventaram a criação de animais domésticos;
    j) Inventaram a Economia;
    k) Inventaram a propriedade privada;
    l) Inventaram a poupança;
    m) Inventaram as regras de moral e ética;
    n) Inventaram a religião;
    o) Inventaram a cultura humana;
    Com isso criaram atrativos para os machos sapiens se interessarem em permanecerem perto das fêmeas sapiens e das crias das fêmeas sapiens sem saberem que tinha participação genética naquele processo de reprodução, a priori, portanto, as fêmeas tiveram que criar muitos interessantes atrativos para que os machos trocassem a sua liberdade de bicho nômade pela sedentarização junto a uma prole que ele não assumiria como se fosse de sua cota genética.
    Quanta engenhosidade feminina!
    O conceito de beleza é uma invenção feminina, segundo o filósofo Rousseau, quando da pré-história a fêmea humana criou-o para se distinguir das outras demais fêmeas para prender e chamar a atenção do macho da espécie homo.
    Acontece que o macho pré-histórico era nômade e promíscuo. Para o macho toda mulher era igual, sem distinção, qualquer uma serviria, a não ser por uma eventual doença ou velhice.
    Não haviam sido ainda naquela época estabelecidas na cultura e na Biologia a co-relação de causa e de feito entre o sexo, o macho, gravidez e a reprodução.
    Acontecia que as fêmeas, também promíscuas e infiéis como os machos, passavam por três ocasiões em suas existências em que precisavam da presença companheira que eram no momento final da gravidez, no parto, e na fase de aleitamento das crias, quando precisavam ser auxiliadas no parto e na fase pós-parto para cumprirem as suas atividades.
    Assim a fêmea precisou inventar a família, e consequentemente o amor moral, enquanto o macho somente conhecia o amor físico, sexual, casual.
    Então a fêmea inventou a beleza, começando a se enfeitar para atrair o macho e sedentarizá-lo, para ele sempre se lembrar daquela fêmea, mostrar que ela era diferente das demais fêmeas, bonita, usando adornos, cuidando dos cabelos, chamando a atenção para partes do corpo e para a sua identidade que era principalmente o seu rosto, começando assim uma competição com outras fêmeas pela atenção do macho.
    As fêmeas passaram a verificar as coisas que atraíam mais os machos em seus corpos para destacá-las, e a esconder as partes consideradas menos atrativas, para criar laços afetivos e morais.
    Assim fora inventado o conceito de beleza.
    Que engenharia!
    A mulher inventou a família, o amor moral, a beleza, a monogamia, o ciúme, para manter a exclusividade e a fidelidade do macho através do afeto.
    A mulher, para fugir do esforço da caça, domesticou os animais que serviam de alimento; para fugir da coleta de alimentos enterrou e transplantou alguns vegetais e percebeu que poderiam viver e crescer, inventando assim a agricultura e economizando caminhadas pelas paragens para coletar alimentos.
    Os machos em suas caçadas precisavam do fator surpresa, por isso mal emitam ruídos que pudessem afastar as presas. Ao contrário, as fêmeas sapiens precisavam se comunicar constantemente, permanentemente, continuamente, então inventaram a fala, a linguagem falada.
    As mulheres estabeleceram as primeiras regras de moral para organizarem o acesso ao novo brinquedinho sexual feminino, para isso veio de brinde a invenção da sensualidade feminina, ao contrário do folclore sobre o tacape e o estupro masculino, agora a mulher virou uma commodity sexual e precisava valorizar o acesso a ela com regras que permitiam e proibiam o sexo entre parentes, entre homens, entre mulheres e com as crianças.
    Estava inventada a moral, a tradição, a Ética, então a religião foi o passo seguinte.
    A mulher vivia em uma situação privilegiada na era pré-tecnológica, quando o trabalho significava quebrar pedras com marreta, não como o é agora, quando se trabalha atrás de um teclado de computador ou num caminhão com câmbio automático e direção hidráulica que até um tetraplégico consegue dirigir.
    O trabalho até duzentos anos atrás era considerado apenas um castigo para os pobres e analfabetos, não dava status, como hoje procuram as mulheres, as quais viviam como verdadeiras rainhas-dos-lares, na maior mordomia..
    Com tantos percalços no caminho de seu sucesso no mundo do trabalho fora de casa, o gênero feminino, a par de descobrir a selvageria da competição do mercado de trabalho, tem ainda a enfrentar como segmento minoritário, todos os preconceitos e expectativas minimizantes do mercado profissional a respeito de sua capacidade ainda não cabalmente testada e comprovada em áreas onde está ausente, fugindo do labor duro, aí sim, protegida pela tradição e pela religião do trabalho penoso, como hoje ainda acontece nas áreas duras nas competições automobilísticas, motociclísticas, nas áreas de engenharia, enfim nas áreas consideradas “duras” da atividade humana, como sempre o fez ao longo da História, quando o macho do gênero quebrou pedras e fez guerras com a marreta e a espada, antes das invenções da britadeira e do míssil guiado, computadorizado, furtivo e inteligente.
    A maior invenção da evolução social do gênero humano foi a descoberta (ou a invenção) da divisão do trabalho social, e na era industrial a invenção da divisão de tarefas como na linha de montagem industrial e na área de serviços.
    O que quer dizer: antes o ser primitivo tinha que ser polivalente, fazendo de tudo em autonomia completa. Tinha que construir a casa, pescar, caçar, fazer as suas ferramentas, suas roupas, enfim fazer de tudo.
    Os homens criaram praticamente tudo que existe na vida moderna sem permitir a menor participação feminina, pois criaram, entre outras coisas: Submarino; Navio a vapor, Aviões, Automóveis, Computador, Sistemas Operacionais digitalizados e analógicos para dispositivos computadorizados, Helicópteros, hélice, Geradores elétricos, Solda Elétrica, Caneta esferográfica, Máquina de lavar roupa, Secadores de cabelo, Chapinha elétrica de cerâmica, Microprocessadores de semicondutor, Inventaram / descobriram a Física, Química, Matemática, Geografia, Filosofia, Psicologia, Medicina, Antropologia, Sociologia, Astronáutica, Astrologia, Engenharias e enfim, não deixaram quase nada para as mulheres descobrirem ou inventarem.
    Este fato deixou as mulheres em uma situação tal que as mesmas encontram-se sem condições de provarem as suas qualidades intelectuais por total ausência de qualquer oportunidade deixada pelos machos.
    Não existe nenhum fato histórico comprovando a teoria de que o homem oprimiu historicamente a mulher deixando-a neste estado de total submissão e desimportância tal que precisou de um movimento internacional de libertação e liberalização. Seria uma conspiração machista transnacional e intertemporal em uma época em que os continentes nem se imaginavam as existências uns dos outros, nas eras de pré colonização (pré-colombiana) e pré descobrimentos das Índias, Américas e África.
    Já faz tempo que com a divisão de tarefas podemos contar com a solidariedade orgânica-mecânica social que nos permite trocarmos tarefas/produtos por uma remuneração financeira, e encontrarmos produtos e serviços ofertados no chamado mercado, embora não seja algo muito justo e equânime (por isso que Karl Marx e outros filósofos protestaram ante as injustiças desta divisão assimétrica do trabalho social, mas isso é tema para muitas guerras e discussões, incluindo Jesus e tantos outros críticos da estrutura social).
    Nesta divisão do trabalho social percebemos que não existem papéis dispensáveis-desimportantes, socialmente, embora as remunerações sejam desiguais, socialmente falando o trabalho do gari é tão importante quanto o do médico, ou do engenheiro ou do administrador.
    A sociedade moderna depende de funcionar interdependentemente e para isso precisa de cada um destes papéis sociais, vide que na década de 80 do milênio passado a Alemanha teve que incentivar a entrada de migrantes turcos para suprir a falta de mão-de-obra de carpinteiros, garis, encanadores etc… que eram bem-vindos e tinha muito boa remuneração por total falta de interesse dos bem escolarizados alemães que não desejavam ocupar estas funções de baixo status social mas, que não existindo tornavam a vida social impossível na Alemanha.
    Quando a mulher percebeu que deveria tentar mudanças na sua participação na divisão do trabalho social incluindo o papel de mãe aí sim colocou em risco a sobrevivência da espécie humana pela primeira vez em toda a existência do gênero humano.
    Sem a mãe e dona-de-casa o macho não teria tempo para inventar tudo que a tecnologia hoje oferece para a sociedade.
    Não sei como será no futuro, mas parece que Karl Marx tinha razão: mesmo que você pagasse o mesmo salário para o médico e para o gari, ainda assim teríamos médicos e garis, mas a sociedade teria que para isso aprender a rever o status social dos garis e dos médicos.
    Para mim acontece isso com relação ao papel social atual da mulher: elas apenas querem ser valorizadas em seus papéis de mães e de esposas, nada mais, por que o mundo do trabalho não é nada glamuroso, a não ser para os chefes, empresários e para algumas profissões bem vistas, e isso vai ser percebido pelas mulheres que trabalham fora, mas, tarde demais e então o prejuízo estará feito e será difícil voltar atrás aos papéis sociais anteriores à revolução feminista, como algumas sub-trabalhadoras operárias já descobriram dolorosamente.
    A mulher domou e domesticou as plantas, os animais e o macho, civilizando-o e educando-o, tornando o macho o ser humano que hoje ele é, através da criação da religião, do culto aos mortos, da moral, do amor moral, da estética, dos rituais sociais e da Ética.
    A mulher criou a civilização humana.

  9. Parece-me que o tiro saiu pela culatra histórica do revólver feminino! A mulher sempre usou da dominação carismática e sexual para controlar e exercer o seu poder sobre o macho; obrigou-o a fazer guerras, a governar o mundo e a ser um desbravador estimulando o seu machismo, sua coragem e destemor, nós os machos é que trabalhamos, pescamos, caçamos, matamos e morremos em 99% dos casos, elas sempre escolheram o seu parceiro que a escolheria e o resultado disso foi uma seleção natural que resultou em machos mais altos e mais fortes do que as fêmeas num dimorfismo sexual causado por este comportamento feminino na hora de copular com o macho, os fracos e baixinhos não tinham grandes chances, hoje elas procuram os bem-sucedidos intelectualmente e economicamente; mas a sinestesia deste esforço escravo e submisso foi a Revolução Industrial machista que começou na Inglaterra, com o objetivo de diminuir o trabalho humano-masculino, em alguns casos de substituí-lo pelas máquinas a vapor e elétricas, e no caso da informática consistiu na nova era de revolução tecnológica em fazer computadores que calculam melhor do que o ser humano seria capaz. Resumindo; o placar homem X mulher na linha do tempo virou, depois de 2,5 milhões de anos, mas as feministas querem devolver a diferença.

  10. A PAIXÃO

    O sentimento da paixão está adstrito ao universo imaginado e reconstruído teleologicamente pelos fatores de interesses do seu próprio por quê, tantos fatores auto-explicativos que se auto-justificam e que não fazem sentido fora deste âmbito sentimental, criaram um universo quase paralelo à realidade vivida externamente aos mais poderosos instintos humanos, suspendendo temporariamente qualquer instinto de auto-preservação. Neste estado convém se acautelar dos pensamentos associados as mais sinceras decisões e comportamentos que desconhecem outra razão exceto a do coração atormentado e escravizado pelo desejo de ver realizado no outro o seu mesmo desejo.
    Escravidão e loucura não servem para se argumentar e dialogar com a razão outra que não aquela interna ao universo sentimental porque não levam à porta de saída única que é a concretude dos desejos, custe o que custar. Agora se perdeu todas as cautelas, não importando mais o preço a pagar senão encontrar uma forma de se livrar desta angústia da abstinência do afeto negado, e não se ouse impedir o desfecho deste desiderato auto-referenciado, solipsista, onde somente o tormento interno não vê outra saída senão aquela pela qual se entrou no labirinto de desejo desperto seja lá como foi e que neste estágio não guarda mais nenhuma relação com o começo de tudo.

  11. Daniela disse:

    Todos os extremos não são tão legais e pra mim, tanto o feminismo como o machismo não tem toda a razão e não são a solução para os problemas da sociedade.

    Concordo com muita coisa q foi dita nesse blog, infelizmente elas são verdades sobre muitas mulheres, mas nem todas são assim. Sou mulher, evangélica e acredito que o que a Palavra de Deus diz é que está verdadeiramente certo. Deus ama a todos, homens e mulheres, e dá a cada um funções diferenciadas que se complementam.

    Segundo a Palavra de Deus o homem deve amar a mulher de toda a sua alma, sendo capaz de dar a própria vida por ela caso isso se faça necessário, assim como Jesus fez pela Igreja, em contrapartida a mulher deve amar o homem e ser submissa a ele, e aí está uma das maiores polêmicas do mundo. Submissão significa estar sob a mesma missão, ou seja, a mulher foi feita para ser auxiliadora e companheira do homem. Tanto ela quanto o homem, precisam se guardar um para o outro e se amar de verdade, se respeitar mutuamente e seguir a vida que Deus tem para eles.

    Tenho essa visão tradicional e com certeza considerada retrógrada e nada feminista, mas é minha convicção. Acredito no casamento e na pureza tanto de homens como de mulheres pois é isso o que Deus quer. Se a sociedade desse mais atenção à Bíblia e não ao feminismo ou ao machismo, não estaríamos no caos que temos hoje. Pra mim a Bíblia é a verdade incontestável e nela há respostas para todos os nossos anseios. Procuro ser uma mulher segundo o coração de Deus. Não sou feminista e nem culpo os homens por tudo. Sou solteira e acredito que se o Senhor quiser, um dia Ele colocará na minha vida um homem também segundo o coração dele, que me amará e eu o amarei. Minha vida não gira em torno da procura de um homem ou homens que possam me bancar pois tenho muito mais o que fazer…

    Enquanto o mundo discute a solução para os problemas da sociedade e culpam um sexo ou outro, gostaria de relembrar essa pura verdade: ” PORQUE DEUS AMOU O MUNDO DE TAL MANEIRA QUE DEU SEU FILHO UNIGÊNITO, PARA QUE TODO AQUELE QUE NELE CRER NÃO PEREÇA, MAS TENHA A VIDA ETERNA.” JOÃO 3.16

    O amor de Deus é para todos, homens e mulheres e é nele que eu encontro a minha verdadeira e genuína felicidade. Que vocês possam experimentar essa mesma paz!

  12. Anonimo disse:

    Por qual motivo nao pregam o homem recatado? Por que é feio pra mulher fazer sexo sem estar namorando/casada e pro homem não? Por favor né.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s