A amoralidade e a paranóia da mulher com mentalidade feminista parte 2

Parece que aconteceu algum problema e não está sendo possível ler a parte 1, então aqui vai o link da primeira parte desse post:

https://detonandoamatrix.wordpress.com/2012/11/02/a-amoralidade-e-a-paranoia-da-mulher-com-mentalidade-feminista-parte-1/

O importante é ser feliz e não se é certo ou errado!

Nada vai para frente sem regras.
Sem ordem não existe progresso.
A mulher atual encara um modo lógico e correto de levar a vida como uma forma de opressão criada para regular o comportamento feminino.
O principal meio de poder feminino, e portanto de autoafirmação, é o corpo e o sexo.
Por isso elas gritam tanto quando alguém critica o comportamento e a promiscuidade da mulher atual.
Sem poder usar o sexo como arma, a mulher atual se sente “capada”.
Não é a toa que as feministas criticam tanto a virgindade feminina.

Elas encaram a atitude da mulher que se preserva, que prefere não ser promíscua, como um ato de submissão ao machismo dos homens.
Isso faz com que as mães criem as filhas com uma mente paranóica, no qual se controlar, ser maduro, realista é o mesmo que impedir a si mesmo de ser feliz.

O sexo como um meio de inclusão social

As mulheres e os homens começam a fazer sexo cada vez mais cedo, porque fazer muito sexo se tornou um símbolo de status na sociedade.
É como se alguém que faz mais sexo do que a maioria tenha um corpo superior, e por isso é mais desejado.
Mas para homens e mulheres, fazer muito sexo leva a uma banalização da vida afetiva.
Fazer sexo de forma intensa, transformou a relação homem/mulher em uma panacéia.
Ninguém leva mais ninguém a sério!

Para a mulher, fazer sexo requer ao menos na teoria, um maior nível de responsabilidade.
Hoje a mulher encara fazer sexo com muitos homens como uma questão de ser superior ou inferior as outras.
A educação feminista prega que a mulher não deve esperar aparecer um homem com quem a mulher deve se casar e sim que ela faça sexo com quantas pessoas ela quiser, homens e mulheres.

Um exemplo do quanto isso está sendo forçado na mulher atual é o livro 50 Tons de Cinza.
O livro 50 Tons de Cinza foi a prova final.
A prova final e inegável de que as mulheres não gostam de sexo.
Elas ficam lendo essa merda de livro enquanto milhões de homens estão “caçando” e até pagando para que as mulheres façam sexo com eles!
Coitadinhas, se elas tivessem a experiência de ser homem por um dia, finalmente entenderiam o que é ter tesão de verdade.

Estudo associa perda da virgindade à incidência de divórcios.

As meninas de hoje, crescem com a ilusão de que poderão viver de forma hedonista a vida inteira e que tudo sempre vai dar certo.
Já abordei o papel da mídia e a lavagem cerebral que a mulher sofre desde a infância.
Mães que criam filhas sem regras, e pais covardes e omissos são responsáveis por tudo o que está acontecendo atualmente.
Essa idéia de que a mulher não deve ouvir o homem, causa imensos estragos na vida de ambos, e desembocou numa guerra dos sexos.
A incapacidade da família em educar, junto com a mídia que propaga valores feministas, criou monstros.
Um exemplo: a mulher atual é capaz de chamar seu animal de estimação de “meu bebê” e no dia seguinte fazer um aborto sem a menor crise de consciência!
Elas chamam isso de “liberdade de escolha” da mulher moderna, sem se dar conta de que se tornaram psicopatas.

21 comentários em “A amoralidade e a paranóia da mulher com mentalidade feminista parte 2

  1. Jairo Mattos disse:

    Texto épico, 100% o que está acontecendo hoje, mas porque o título “a-amoralidade-e-a-paranoia-da-mulher-com-mentalidade-feminista-parte-2”, cade a parte 1? Semana passada eu entrei e não teve post, não houve algum engano ou erro? Ou não foi postando em sequencia?

  2. kyle disse:

    e ainda vejo em todo canto mulheres reclamando que a sociedade é machista, culpando o machismo pela incompetencia delas em alguma coisa. Elas acham que são especiais e que nós temos que tratá-las como rainhas. Como eu gostaria que os homens enxergassem a real e parassem de alimentar o ego desses seres fúteis.

  3. Don Corleone disse:

    Queria deixar uma opinião sombria aqui: as mulheres só deixarão de serem promíscuas quando a idade bater na porta e elas quiserem “sossegar”, caso contrário, esqueçam que mulheres novas tenham consciência de levar uma vida regrada. E mais um fator está surgindo de forma avassaladora: a porcentagem de mulheres lésbicas. Esse fato mudará completamente o mercado sexual dentro de poucos anos. O que surgirá disso? o caos

  4. Isaak disse:

    Perfeito! So o q me deixa triste amigo é que ja vi pelo menos 2 dessas que foram hedonistas se dando bem. Uma usou drogas, trepou as pencas, foi amante, arrombou homens sentimentalistas e hoje deu um chá de xana (daquelas doces com aroma, sabe né?) num maludo, esta esperando um filho e vai casar com o cara! PQP! Sinceramente eu fico puto… Outra me esnobou e hoje esta com um cara mais feio que eu e sabe por que? Ele tem condição financeira melhor que a minha, que sou um fudido. Essa tmb torço pra que se lasque! Mas infelizmente, nem tudo é justo e elas ainda estão por cima! Em contrapartida, ha outras que tao balzacas (nao tiveram sequer a mentalidade dessas outras duas espertinhas citadas antes e estão sem ninguem já balzacas). E pelo menos ali me satisfaço. Então podemos jogar uma métrica de que das atuais que pensam conforme o feminismo, quanto mais cedo elas “pararem” de agir tal qual, maiores as chances de aparecer um CSP.

  5. Roberto Costa disse:

    Cada texto novo é melhor que o anterior e esse aqui é um tapa na cara da sociedade hipócrita e sem vergonha que apoia a libertinagem da mulher e o homossexualismo despudorado. Você está de parabéns. Eu só quero ver o que as feministas irão falar agora!

  6. Laís de Matos disse:

    Boa noite, finalmente separei um tempo meu para ler seus textos atualizados,
    e encontrei algum que concordo…
    Realmente, hoje em dia as coisas estão muito banalizadas,
    o homem que possui dinheiro vale mais do que aquele que possui caráter..
    Concordo que infelizmente, muitas mulheres hoje utilizam o sexo como arma, e não me orgulho disso…
    E concordo no momento em que diz que:
    “As mulheres e os homens começam a fazer sexo cada vez mais cedo, porque fazer muito sexo se tornou um símbolo de status na sociedade…”

    Agora sim acredito em suas palavras,
    o post anterior que havia lido, acredito que era um post de cerca de um ano atras, não teve muita coerência para mim..
    Parecia mais homens chifrados e absortos por mulheres sangue sugas tentando de alguma forma colocar apenas a culpa na mulher de tudo o que a sociedade vive hoje em dia…
    E hoje notei, que na realidade, você também desbanca os homens, não os coloca apenas como ser dominante, e sim, como em partes culpados também na banalização do sexo…

    E vale sempre lembrar que assim como há muitas mulheres que encaram que fazer sexo com vários homens é questão de se achar superior as outras, a muitos homens que também pensam dessa forma…

    Bem não quero aqui, como no outro post ser ofendida,
    porque acredito que vocês homens, devem concordar que a culpa é da sociedade em geral e não apenas das mulheres..

    Ainda existem algumas frases das quais eu não concordo,
    pois acredito que a mulher não nasceu para ser omissa aos homens,
    não nasceu para viver apenas as regras dos homens,
    mais que a humanidade geral, nasceu sim para ser respeitada de igual para igual..

    Fico aguardando os comentários, pois sei que haverão.

  7. lucas disse:

    Obrigado por fazer esse blog, se você tivesse ideia de quantos manginas já salvou direta e indiretamente… continue com o ótimo trabalho!

  8. jv disse:

    otimo texto, como sempre pqp.

  9. Adriano disse:

    eu estava discutindo com uma doidinha
    ela esta me dizendo que as mulheres so queren os homens ricos
    por que é extinto biologico de querer o melhor macho
    por que nas epocas pré-historicas elas escolhiam o melhor da caça
    então mesmo assim , desde o inicio elas sempre foram interesseiras
    instito biologico ? eu tambem não entendo por que elas reclamam
    que antigamente a mulheres eram oprimidas e tambem dizem que
    são melhores que os homens , da pra entender ? se são melhores
    e tão ´´perfeitas´´por que que deixaram serem submissas ?
    so agora que o mundo ja é feito e pronto elas querem direitos iguais
    elasf alam direitos iguais mas que na cabeça delas sig = privilegios

  10. Fernando disse:

    É por causa da situação atual que eu odeio ter nascido nessa merda de época moderna onde não valorizam mais os bons valores apenas a imoralidade principalmente se for feminina,a decadência moral já chegou a níveis insuportáveis nos dias de hoje as mulheres não se valorizam mais como exemplo de pureza e honra se tornaram apenas objetos sexuais e a mídia explora isso para ganhar mais dinheiro,e os homens se tornaram um bando de frouxos submissos já não exercem mais autoridade sobre a mulher e criação das filhas e se consetem em serem cornos mansos,é por causa disso que hoje vemos uma explosão da prostituição feminina e meninas fazendo sexo com 11 e 13 anos e adolescentes grávidas e aumento do número de marginais filhos de mães solteiras e a crescente violência e criminalidade da sociedade urbana,isso já está começando a entrar em colapso e o ocidente vai pagar caro no futuro pelo erro de ter colocado essa merda de feminismo e politicamento correto na sociedade que são os grandes responsáveis pela desgraça que está a sociedade atual.

  11. BLOGGER-A INVENÇÃO DA SOCIEDADE HUMANA PELA MULHER
    “INÍCIO DA SOCIEDADE: MARCADA COMO UMA ‘PRIMEIRA REVOLUÇÃO’, A CONSTRUÇÃO DE ABRIGOS E A CONSTITUIÇÃO DAS FAMÍLIAS DETERMINAM O FIM DO NOMADISMO. A LINGUAGEM TOMA CARACTERÍSTICAS TRIBAIS E ESTA FOI UMA ÉPOCA DE RELATIVA FELICIDADE, COM O APARECIMENTO DO AMOR. OS MALES SURGENTES SERÃO A VAIDADE E A COMPARAÇÃO.” JEAN JACQUES ROUSSEAU – DISCURSO SOBRE AS ORIGENS E OS FUNDAMENTOS DAS DESIGUALDADES DA SOCIEDADE HUMANA…
    Os teóricos da Ciência da Economia construíram uma hipótese antropológica interessante sobre a origem da agricultura, da criação de animais domésticos e da cultura de pequenos animais domésticos para o fornecimento dos alimentos.
    Diz esta teoria que há cerca de 50 mil anos passados fora a fêmea do homo sapiens quem inventou a economia doméstica, a agricultura, a linguagem falada, a criação de animais domésticos, criou a casa, criou os primeiros móveis domésticos.
    O macho homo sapiens nesta época não participava da vida doméstica, que era formada pelo grupo das mulheres e das crianças e bebês humanos. Sabemos disso com certeza porque somente nos últimos cinco mil anos a cultura humana começou a estabelecer a associação entre o sexo heterossexual e a reprodução.
    Então o macho sapiens ignorava por completo a vida em família como conhecemos hoje, formada por um casal heterossexual como reprodutor da espécie humana.
    Este fato é o fundamento da História da cultura humana.
    Em sua solidão histórica, vagando pela natureza selvagem, passando cerca de nove meses prenha e tendo que cuidar da prole durante os períodos de puerpério tinha a fêmea sapiens a cuidar de si apenas as suas parceiras, já que o macho achava que nada tinha a ver com aquela situação embaraçosa em que as fêmeas vez por outra andavam envolvidas. Depois do período do pós-parto era longo o tempo de lactação do bebê humano. Solitariamente.
    O sexo para o homo sapiens masculino era indistinto: homens, mulheres, velhos, novos, irmãs, tias, mães, avós nada escapava porque não se havia estabelecido os fundamentos dos laços familiares, porque o macho sapiens vivia caçando, viajando, nômade, e coletando alimentos de fortuna, em grupos de homens machos sapiens, às vezes retornando ao círculo onde nascera casualmente.
    Como fixar o macho perto das fêmeas e segregá-lo do grupo dos machos, sedentarizando-o? Este era o desafio das fêmeas sapiens.
    Então, as fêmeas sapiens que não podiam acompanhar constantemente os machos sapiens em suas jornadas de caçadas e coletas de alimentos de fortuna, porque estavam sempre prenhas, amamentando ou carregando as suas crias, suas tralhas domésticas, sem saberem quem eram os pais de suas crias, – se elas pudessem associar o ato sexual ao ato da gestação – espertamente as fêmeas bolaram um conjunto de estratégias que em conjunto tornaram-se muito eficientes para resolver este problema:
    a) Inventaram o conceito de beleza feminina;
    b) Inventaram a família;
    c) Inventaram o amor;
    d) Inventaram a sexualidade macho-fêmea;
    e) Inventaram o casamento;
    f) Inventaram a fidelidade;
    g) Inventaram o lar;
    h) Inventaram a agricultura;
    i) Inventaram a criação de animais domésticos;
    j) Inventaram a Economia;
    k) Inventaram a propriedade privada;
    l) Inventaram a poupança;
    m) Inventaram as regras de moral e ética;
    n) Inventaram a religião;
    o) Inventaram a cultura humana;
    Com isso criaram atrativos para os machos sapiens se interessarem em permanecerem perto das fêmeas sapiens e das crias das fêmeas sapiens sem saberem que tinha participação genética naquele processo de reprodução, a priori, portanto, as fêmeas tiveram que criar muitos interessantes atrativos para que os machos trocassem a sua liberdade de bicho nômade pela sedentarização junto a uma prole que ele não assumira que fosse de sua cota genética.
    Quanta engenhosidade feminina!
    O conceito de beleza é uma invenção feminina, segundo o filósofo Rousseau, quando da pré-história a fêmea humana criou-o para se distinguir das outras demais fêmeas para prender e chamar a atenção do macho da espécie homo.
    Acontece que o macho pré-histórico era nômade e promíscuo. Para o macho toda mulher era igual, sem distinção, qualquer uma servia, a não ser por uma eventual doença ou velhice.
    Não havia sido ainda naquela época estabelecidas na cultura e na Biologia a co-relação de causa e de feito entre o sexo, o macho e a reprodução.
    Acontecia que as fêmeas, também promíscuas e infiéis como os machos, passavam por três ocasiões em suas existências em que precisavam da presença companheira que eram no momento final da gravidez, no parto, e na fase de aleitamento das crias, quando precisavam ser auxiliadas no parto e na fase pós-parto para cumprirem as suas atividades.
    Assim a fêmea precisou inventar a família, e consequentemente o amor moral, enquanto o macho somente conhecia o amor físico, sexual, casual.
    Então a fêmea inventou a beleza, começando a se enfeitar para atrair o macho e sedentarizá-lo, para ele sempre se lembrar daquela fêmea, mostrar que ela era diferente das demais fêmeas, bonita, usando adornos, cuidando dos cabelos, chamando a atenção para partes do corpo e para a sua identidade que era principalmente o seu rosto, começando assim uma competição com outras fêmeas pela atenção do macho.
    As fêmeas passaram a verificar as coisas que atraíam mais os machos em seus corpos para destacá-las, e a esconder as partes consideradas menos atrativas, para criar laços afetivos e morais. Assim for inventado o conceito de beleza.
    Que engenharia!
    A mulher inventou a família, o amor moral, a beleza, a monogamia, o ciúme, para manter a exclusividade e a fidelidade do macho através do afeto.
    A mulher para fugir do esforço da caça domesticou os animais que serviam de alimento, para fugir da coleta de alimentos enterrou e transplantou alguns vegetais e percebeu que poderiam viver e crescer, inventando assim a agricultura e economizando caminhadas pelas paragens para coletar alimentos.
    Os machos em suas caçadas precisavam do fator surpresa, por isso mal emitam ruídos que pudessem afastar as presas. Ao contrário as fêmeas sapiens precisavam se comunicar constantemente, permanentemente, continuamente, então inventaram a fala, a linguagem falada.
    As mulheres estabeleceram as primeiras regras de moral para organizarem o acesso ao novo brinquedinho sexual feminino, para isso veio de brinde a invenção da sensualidade feminina, ao contrário do folclore sobre o tacape e o estupro masculino, agora a mulher virou uma commodity sexual e precisava valorizar o acesso a ela com regras que permitiam e proibiam o sexo entre parentes, entre homens, e entre mulheres e crianças.
    Estava inventada a moral, a tradição, a Ética, e a religião foi o passo seguinte.
    A mulher vivia em uma situação privilegiada na era pré-tecnológica, quando o trabalho significava quebrar pedras com marreta, não como o é agora, quando trabalha-se atrás de um teclado de computador ou num caminhão com câmbio automático e direção hidráulica que até um tetraplégico consegue dirigir.
    O trabalho até duzentos anos atrás era considerado apenas um castigo para os pobres e analfabetos, não dava status, como hoje procuram as mulheres, as quais viviam como verdadeiras rainhas-dos-lares, na maior mordomia..
    Com tantos percalços no caminho de seu sucesso no mundo do trabalho fora de casa, o gênero feminino, ao par de descobrir a selvageria da competição do mercado de trabalho, tem ainda a enfrentar como segmento minoritário, todos os preconceitos e expectativas minimizantes do mercado profissional a respeito de sua capacidade ainda não cabalmente testada e comprovada em áreas onde está ausente, fugindo do labor duro, aí sim, protegida pelas tradição religiosa do trabalho penoso, como hoje ainda acontece nas áreas duras nas competições automobilísticas, motociclísticas, nas áreas de engenharia, enfim nas áreas consideradas “duras” da atividade humana, como sempre o fez ao longo da História, quando o macho do gênero quebrou pedras e fez guerras com a marreta e a espada, antes das invenções da britadeira e do míssil guiado, computadorizado, furtivo e inteligente.
    A maior invenção da evolução social do gênero humano foi a descoberta (ou a invenção) da divisão do trabalho social, e na era industrial a invenção da divisão de tarefas como na linha de montagem industrial e na área de serviços.
    O que quer dizer: antes o ser primitivo tinha que ser polivalente, fazendo de tudo em autonomia completa. Tinha que construir a casa, pescar, caçar, fazer as suas ferramentas, suas roupas, enfim fazer de tudo.
    Os homens criaram praticamente tudo que existe na vida moderna sem permitir a menor participação feminina, pois criaram, entre outras coisas: Submarino; Navio a vapor, Aviões, Automóveis, Computador, Sistemas Operacionais digitalizados e analógicos para dispositivos computadorizados, Helicópteros, hélice, Geradores elétricos, Solda Elétrica, Caneta esferográfica, Máquina de lavar roupa, Secadores de cabelo, Chapinha elétrica de cerâmica, Microprocessadores de semicondutor, Inventaram / descobriram a Física, Química, Matemática, Geografia, Filosofia, Psicologia, Medicina, Antropologia, Sociologia, Astronáutica, Astrologia, Engenharias e enfim, não deixaram quase nada para as mulheres descobrirem ou inventarem.
    Este fato deixou as mulheres em uma situação tal que as mesmas encontram-se sem condições de provarem as suas qualidades intelectuais por total ausência de qualquer oportunidade deixada pelos machos.
    Não existe nenhum fato histórico comprovando a teoria de que o homem oprimiu historicamente a mulher deixando-a neste estado de total submissão e desimportância tal que precisou de um movimento internacional de libertação e liberalização. Seria uma conspiração machista transnacional e intertemporal em uma época em que os continentes nem se imaginavam as existências uns dos outros, nas eras de pré colonização (pré-colombiana) e pré descobrimentos das Índias, Américas e África.
    Já faz tempo que com a divisão de tarefas podemos contar com a solidariedade mecânica social que nos permite trocarmos tarefas em troca de uma remuneração e encontrar produtos e serviços ofertados no chamado mercado, embora não seja algo muito justo e equânime (por isso que Karl Marx e outros filósofos protestaram ante as injustiças desta divisão assimétrica do trabalho social, mas isso é tema para muitas guerras e discussões, incluindo Jesus e tantos outros críticos da estrutura social).
    Nesta divisão do trabalho social percebemos que não existem papéis desimportantes, socialmente, embora a remuneração seja desigual, socialmente falando o trabalho do gari é tão importante socialmente quanto o do médico, ou do engenheiro ou do administrador.
    A sociedade moderna depende de funcionar interdependentemente e para isso precisa de cada um destes papéis sociais, vide que na década de 80 do milênio passado a Alemanha teve que incentivar a entrada de migrantes turcos para suprir a falta de mão-de-obra de carpinteiros, garis, encanadores etc… que eram bem-vindos e tinha muito boa remuneração por total falta de interesse dos bem escolarizados alemães que não desejavam ocupar estas funções de baixo status social mas, que não existindo tornavam a vida social impossível na Alemanha.
    Quando a mulher percebeu que deveria prever uma sua mudança na sua participação na divisão do trabalho social incluindo o papel de mãe aí sim colocou em risco a sobrevivência da espécie humana pela primeira vez em toda a existência do gênero humano.
    Sem a mãe e dona-de-casa o macho não teria tempo para inventar tudo que a tecnologia hoje oferece para a sociedade.
    Não sei como será no futuro, mas parece que Karl Marx tinha razão: mesmo que você pagasse o mesmo salário para o médico e para o gari, ainda assim teríamos médicos e garis, mas a sociedade teria que para isso aprender a rever o status social dos garis e dos médicos.
    Para mim acontece isso com relação ao papel social atual da mulher: elas apenas querem ser valorizadas em seus papéis de mães e de esposas, nada mais, por que o mundo do trabalho não é nada glamuroso, a não ser para os chefes e empresários e para algumas profissões bem vistas, e isso vai ser percebido pelas mulheres que trabalham fora, mas, tarde demais e então o prejuízo estará feito e será difícil voltar atrás aos papéis sociais anteriores à revolução feministas, como algumas sub-trabalhadoras operárias já descobriram dolorosamente.
    A mulher domou e domesticou as plantas, os animais o macho, civilizando-o e educando-o tornando o macho o ser humano que hoje é através da criação da religião, do culto aos mortos, da moral e da Ética. A mulher criou a civilização humana.

  12. Blogger-A Invenção da sociedade humana pela mulher
    “Início da sociedade: marcada como uma ‘primeira revolução’, a construção de abrigos e a constituição das famílias determinam o fim do nomadismo. A linguagem toma características tribais e esta foi uma época de relativa felicidade, com o aparecimento do amor. Os males surgentes serão a vaidade e a comparação.” Jean Jacques Rousseau – Discurso sobre as origens e os fundamentos das desigualdades da sociedade humana…
    Os teóricos da Ciência da Economia construíram uma hipótese antropológica interessante sobre a origem da agricultura, da criação de animais domésticos e da criação em cativeiro de pequenos animais domésticos para o fornecimento dos alimentos.
    Diz esta teoria que há cerca de 50 mil anos passados fora a fêmea do homo sapiens quem inventou a economia doméstica, a agricultura, a linguagem falada, a criação de animais domésticos, criou a casa, criou os primeiros móveis domésticos.
    O macho homo sapiens nesta época não participava da vida doméstica, que era formada pelo grupo das mulheres, das crianças e bebês humanos. Sabemos disso com certeza porque somente nos últimos cinco mil anos a cultura humana começou a estabelecer a associação entre o sexo heterossexual e a reprodução.
    Então o macho sapiens ignorava por completo a vida em família como conhecemos hoje, formada por um casal heterossexual como reprodutor da espécie humana.
    Este fato é o fundamento da História da cultura humana.
    Em sua solidão histórica, vagando pela natureza selvagem, passando cerca de nove meses prenha e tendo que cuidar da prole durante os períodos de puerpério tinha a fêmea sapiens a cuidar de si apenas as suas parceiras, já que o macho achava que nada tinha a ver com aquela situação embaraçosa em que as fêmeas humanas adultas sexualmente a cada nove meses andavam envolvidas.
    Depois do período do pós-parto era longo o tempo de lactação do bebê humano. Solitariamente.
    O sexo para o homo sapiens masculino era indistinto: homens, mulheres, velhos, novos, irmãs, tias, mães, avós nada escapava porque não se havia estabelecido os fundamentos dos laços familiares, porque o macho sapiens vivia caçando, viajando, nômade, e coletando alimentos de fortuna, em grupos de homens machos sapiens, às vezes retornando ao círculo onde nascera casualmente.
    Como fixar o macho perto das fêmeas e segregá-lo do grupo dos machos, sedentarizando-o?
    Este era o desafio das fêmeas sapiens.
    Então, as fêmeas sapiens não podiam acompanhar constantemente os machos sapiens em suas jornadas de caçadas e coletas de alimentos de fortuna, porque estavam sempre prenhas, amamentando ou carregando as suas crias, suas tralhas domésticas, sem saberem quem eram os pais de suas crias, – se elas pudessem associar o ato sexual ao ato da gestação – espertamente as fêmeas criaram algumas táticas comportamentais que em conjunto tornou-se uma estratégia muito eficiente para resolver este problema:
    a) Inventaram o conceito de beleza feminina;
    b) Inventaram a família;
    c) Inventaram o amor;
    d) Inventaram a sexualidade macho-fêmea;
    e) Inventaram o casamento;
    f) Inventaram a fidelidade;
    g) Inventaram o lar;
    h) Inventaram a agricultura;
    i) Inventaram a criação de animais domésticos;
    j) Inventaram a Economia;
    k) Inventaram a propriedade privada;
    l) Inventaram a poupança;
    m) Inventaram as regras de moral e ética;
    n) Inventaram a religião;
    o) Inventaram a cultura humana;
    Com isso criaram atrativos para os machos sapiens se interessarem em permanecerem perto das fêmeas sapiens e das crias das fêmeas sapiens sem saberem que tinha participação genética naquele processo de reprodução, a priori, portanto, as fêmeas tiveram que criar muitos interessantes atrativos para que os machos trocassem a sua liberdade de bicho nômade pela sedentarização junto a uma prole que ele não assumiria como se fosse de sua cota genética.
    Quanta engenhosidade feminina!
    O conceito de beleza é uma invenção feminina, segundo o filósofo Rousseau, quando da pré-história a fêmea humana criou-o para se distinguir das outras demais fêmeas para prender e chamar a atenção do macho da espécie homo.
    Acontece que o macho pré-histórico era nômade e promíscuo. Para o macho toda mulher era igual, sem distinção, qualquer uma serviria, a não ser por uma eventual doença ou velhice.
    Não haviam sido ainda naquela época estabelecidas na cultura e na Biologia a co-relação de causa e de feito entre o sexo, o macho, gravidez e a reprodução.
    Acontecia que as fêmeas, também promíscuas e infiéis como os machos, passavam por três ocasiões em suas existências em que precisavam da presença companheira que eram no momento final da gravidez, no parto, e na fase de aleitamento das crias, quando precisavam ser auxiliadas no parto e na fase pós-parto para cumprirem as suas atividades.
    Assim a fêmea precisou inventar a família, e consequentemente o amor moral, enquanto o macho somente conhecia o amor físico, sexual, casual.
    Então a fêmea inventou a beleza, começando a se enfeitar para atrair o macho e sedentarizá-lo, para ele sempre se lembrar daquela fêmea, mostrar que ela era diferente das demais fêmeas, bonita, usando adornos, cuidando dos cabelos, chamando a atenção para partes do corpo e para a sua identidade que era principalmente o seu rosto, começando assim uma competição com outras fêmeas pela atenção do macho.
    As fêmeas passaram a verificar as coisas que atraíam mais os machos em seus corpos para destacá-las, e a esconder as partes consideradas menos atrativas, para criar laços afetivos e morais.
    Assim fora inventado o conceito de beleza.
    Que engenharia!
    A mulher inventou a família, o amor moral, a beleza, a monogamia, o ciúme, para manter a exclusividade e a fidelidade do macho através do afeto.
    A mulher, para fugir do esforço da caça, domesticou os animais que serviam de alimento; para fugir da coleta de alimentos enterrou e transplantou alguns vegetais e percebeu que poderiam viver e crescer, inventando assim a agricultura e economizando caminhadas pelas paragens para coletar alimentos.
    Os machos em suas caçadas precisavam do fator surpresa, por isso mal emitam ruídos que pudessem afastar as presas. Ao contrário, as fêmeas sapiens precisavam se comunicar constantemente, permanentemente, continuamente, então inventaram a fala, a linguagem falada.
    As mulheres estabeleceram as primeiras regras de moral para organizarem o acesso ao novo brinquedinho sexual feminino, para isso veio de brinde a invenção da sensualidade feminina, ao contrário do folclore sobre o tacape e o estupro masculino, agora a mulher virou uma commodity sexual e precisava valorizar o acesso a ela com regras que permitiam e proibiam o sexo entre parentes, entre homens, entre mulheres e com as crianças.
    Estava inventada a moral, a tradição, a Ética, então a religião foi o passo seguinte.
    A mulher vivia em uma situação privilegiada na era pré-tecnológica, quando o trabalho significava quebrar pedras com marreta, não como o é agora, quando se trabalha atrás de um teclado de computador ou num caminhão com câmbio automático e direção hidráulica que até um tetraplégico consegue dirigir.
    O trabalho até duzentos anos atrás era considerado apenas um castigo para os pobres e analfabetos, não dava status, como hoje procuram as mulheres, as quais viviam como verdadeiras rainhas-dos-lares, na maior mordomia..
    Com tantos percalços no caminho de seu sucesso no mundo do trabalho fora de casa, o gênero feminino, a par de descobrir a selvageria da competição do mercado de trabalho, tem ainda a enfrentar como segmento minoritário, todos os preconceitos e expectativas minimizantes do mercado profissional a respeito de sua capacidade ainda não cabalmente testada e comprovada em áreas onde está ausente, fugindo do labor duro, aí sim, protegida pela tradição e pela religião do trabalho penoso, como hoje ainda acontece nas áreas duras nas competições automobilísticas, motociclísticas, nas áreas de engenharia, enfim nas áreas consideradas “duras” da atividade humana, como sempre o fez ao longo da História, quando o macho do gênero quebrou pedras e fez guerras com a marreta e a espada, antes das invenções da britadeira e do míssil guiado, computadorizado, furtivo e inteligente.
    A maior invenção da evolução social do gênero humano foi a descoberta (ou a invenção) da divisão do trabalho social, e na era industrial a invenção da divisão de tarefas como na linha de montagem industrial e na área de serviços.
    O que quer dizer: antes o ser primitivo tinha que ser polivalente, fazendo de tudo em autonomia completa. Tinha que construir a casa, pescar, caçar, fazer as suas ferramentas, suas roupas, enfim fazer de tudo.
    Os homens criaram praticamente tudo que existe na vida moderna sem permitir a menor participação feminina, pois criaram, entre outras coisas: Submarino; Navio a vapor, Aviões, Automóveis, Computador, Sistemas Operacionais digitalizados e analógicos para dispositivos computadorizados, Helicópteros, hélice, Geradores elétricos, Solda Elétrica, Caneta esferográfica, Máquina de lavar roupa, Secadores de cabelo, Chapinha elétrica de cerâmica, Microprocessadores de semicondutor, Inventaram / descobriram a Física, Química, Matemática, Geografia, Filosofia, Psicologia, Medicina, Antropologia, Sociologia, Astronáutica, Astrologia, Engenharias e enfim, não deixaram quase nada para as mulheres descobrirem ou inventarem.
    Este fato deixou as mulheres em uma situação tal que as mesmas encontram-se sem condições de provarem as suas qualidades intelectuais por total ausência de qualquer oportunidade deixada pelos machos.
    Não existe nenhum fato histórico comprovando a teoria de que o homem oprimiu historicamente a mulher deixando-a neste estado de total submissão e desimportância tal que precisou de um movimento internacional de libertação e liberalização. Seria uma conspiração machista transnacional e intertemporal em uma época em que os continentes nem se imaginavam as existências uns dos outros, nas eras de pré colonização (pré-colombiana) e pré descobrimentos das Índias, Américas e África.
    Já faz tempo que com a divisão de tarefas podemos contar com a solidariedade orgânica-mecânica social que nos permite trocarmos tarefas/produtos por uma remuneração financeira, e encontrarmos produtos e serviços ofertados no chamado mercado, embora não seja algo muito justo e equânime (por isso que Karl Marx e outros filósofos protestaram ante as injustiças desta divisão assimétrica do trabalho social, mas isso é tema para muitas guerras e discussões, incluindo Jesus e tantos outros críticos da estrutura social).
    Nesta divisão do trabalho social percebemos que não existem papéis dispensáveis-desimportantes, socialmente, embora as remunerações sejam desiguais, socialmente falando o trabalho do gari é tão importante quanto o do médico, ou do engenheiro ou do administrador.
    A sociedade moderna depende de funcionar interdependentemente e para isso precisa de cada um destes papéis sociais, vide que na década de 80 do milênio passado a Alemanha teve que incentivar a entrada de migrantes turcos para suprir a falta de mão-de-obra de carpinteiros, garis, encanadores etc… que eram bem-vindos e tinha muito boa remuneração por total falta de interesse dos bem escolarizados alemães que não desejavam ocupar estas funções de baixo status social mas, que não existindo tornavam a vida social impossível na Alemanha.
    Quando a mulher percebeu que deveria tentar mudanças na sua participação na divisão do trabalho social incluindo o papel de mãe aí sim colocou em risco a sobrevivência da espécie humana pela primeira vez em toda a existência do gênero humano.
    Sem a mãe e dona-de-casa o macho não teria tempo para inventar tudo que a tecnologia hoje oferece para a sociedade.
    Não sei como será no futuro, mas parece que Karl Marx tinha razão: mesmo que você pagasse o mesmo salário para o médico e para o gari, ainda assim teríamos médicos e garis, mas a sociedade teria que para isso aprender a rever o status social dos garis e dos médicos.
    Para mim acontece isso com relação ao papel social atual da mulher: elas apenas querem ser valorizadas em seus papéis de mães e de esposas, nada mais, por que o mundo do trabalho não é nada glamuroso, a não ser para os chefes, empresários e para algumas profissões bem vistas, e isso vai ser percebido pelas mulheres que trabalham fora, mas, tarde demais e então o prejuízo estará feito e será difícil voltar atrás aos papéis sociais anteriores à revolução feminista, como algumas sub-trabalhadoras operárias já descobriram dolorosamente.
    A mulher domou e domesticou as plantas, os animais e o macho, civilizando-o e educando-o, tornando o macho o ser humano que hoje ele é, através da criação da religião, do culto aos mortos, da moral, do amor moral, da estética, dos rituais sociais e da Ética.
    A mulher criou a civilização humana.

    • Alberto G disse:

      Roberto da Silva Rocha, o que é, o que é: Um burro cheio de letras?

      • É que só possuo Mestrado em Ciência Política, e ainda sou uma criança de 57 anos e com apenas 4 casamentos… Desculpe a inexperiência juvenil…Aceito críticas ad rem nunca ad hominem, pois um idiota pode fazer coisas inteligentes e um sábio pode escrever coisas idiotas. Um sábio pode sempre saber onde errou, um idiota nunca sabe onde acertou!

  13. Parece-me que o tiro saiu pela culatra histórica do revólver feminino! A mulher sempre usou da dominação carismática e sexual para controlar e exercer o seu poder sobre o macho; obrigou-o a fazer guerras, a governar o mundo e a ser um desbravador estimulando o seu machismo, sua coragem e destemor, nós os machos é que trabalhamos, pescamos, caçamos, matamos e morremos em 99% dos casos, elas sempre escolheram o seu parceiro que a escolheria e o resultado disso foi uma seleção natural que resultou em machos mais altos e mais fortes do que as fêmeas num dimorfismo sexual causado por este comportamento feminino na hora de copular com o macho, os fracos e baixinhos não tinham grandes chances, hoje elas procuram os bem-sucedidos intelectualmente e economicamente; mas a sinestesia deste esforço escravo e submisso foi a Revolução Industrial machista que começou na Inglaterra, com o objetivo de diminuir o trabalho humano-masculino, em alguns casos de substituí-lo pelas máquinas a vapor e elétricas, e no caso da informática consistiu na nova era de revolução tecnológica em fazer computadores que calculam melhor do que o ser humano seria capaz. Resumindo; o placar homem X mulher na linha do tempo virou, depois de 2,5 milhões de anos, mas as feministas querem devolver a diferença.

    • jenival dantas da silva disse:

      Extraordinario embora eu tenha poucos conhecimentos na area. Devo estudar um pouco esses grandes cientistas sociais, eles tem muito a nos ensinar. Muito bom o seu texto Roberto Rocha…

  14. Anonimo disse:

    E os homens promíscuos?

  15. Adrielle disse:

    Sou mulher e vamos lá…concordo com muita coisa que li, principalmente sobre o movimento feminista de merda…gostei da parte das balzacas pois sou uma. O que vejo aqui é a influencia do movimento “single”, homens chegando a maturidade e sozinhos, ficando com uma e com outra, podem pagar empregadas para cuidarem de suas roupas e comidas, segunda parte do movimento feminista é o movimento single…CUIDADO! A mulher foi feita porque o homem sozinho não estava bom..são complementares, partes que formam um todo. Quando existe amor verdadeiro ambos podem fazer sacrifícios em prol do outro, o sexo é tão mágico que forma uma atmosfera de prazer, ternura e paixão. Amor é tudo, é impossível ser feliz sozinho…
    A natureza da mulher é servir o homem…quando ela não faz isso se torna seca, chata e depressiva…

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s