Como o feminismo destruiu a capacidade de amar da mulher atual parte 4

Na visão de mundo distorcida das mulheres “bem resolvidas” existe a necessidade de acreditar que elas dominam a situação.
A ilusão de controle total significa poder, e na lavagem cerebral que a mídia feminista fez na mulher, poder sobre os homens e superioridade sexual sobre as rivais, significa felicidade.
Na prática, o que a mulher quer é dominar um homem destacado através do seu poder sexual, e usá-lo como ferramenta para se auto afirmar perante as rivais.
É a felicidade exibicionista da mulher atual!
Mas essa ilusão de controle absoluto que as mulheres atuais alimentam, podem levá-las até mesmo a depressão.
Mesmo com toda a castração mental a que os homens são submetidos pela mídia e pelas mulheres, existe uma minoria de homens que não aceitam a dominação.
Esses homens, ao destruírem a ilusão de poder da mulher atual, provoca um “trauma” no qual muitas não são capazes de superar devido ao forte complexo de superioridade.

Como funciona o “amor” feminino no século 21

O homem hoje só será valorizado e respeitado, se for destacado, mas não é só isso.
Para satisfazer a ilusão de poder, a megalomania feminina, o homem precisa dar muito mais do que receber ou seja, o homem precisa ter poder de barganha superior ao da mulher para poder obter o mínimo de respeito e “amor” da mulher com mentalidade feminista.
A mulher atual acredita que por conseguir sexo com muito mais facilidade e por poder escolher com qual homem vai ficar, ela é superior.
Mas mesmo acreditando nessa superioridade, elas necessitam se auto afirmar a todo momento, porque são inseguras.
Por esse motivo a mulher se tornou obcecada em dominar um homem que ela considera superior a ela própria, porque isso é a confirmação máxima da sua superioridade como mulher.
A mulher confirma o próprio poder através do poder masculino.
Pelo mesmo motivo, a mulher não é capaz de amar um homem menos destacado do que ela própria, porque isso significaria que ela não é tão poderosa como acredita que seja!

Apesar de existirem alguns homens poderosos que são submissos, a maioria daqueles que são destacados não se deixam dominar pela mulher porque são mentalmente superiores.
Então por um lado temos mulheres paranóicas e complexadas que necessitam dominar homens poderosos para se sentirem realizadas, e homens poderosos que não se deixam dominar.
Mesmo a mulher que se apaixona e acredita estar amando, é egoísta e arrogante, porque acredita que chegou a hora de se vingar dos homens “machistas” que as oprimiam no passado!
Esse delírio impede a mulher de amar.
A mulher com mentalidade feminista prefere ficar meses, anos, e talvez até a vida inteira sozinha, porque esse orgulho faz com que elas se recusem a aceitar um homem “inferior” a ela e esse mesmo delírio de grandeza cegou a mulher, portanto o homem nunca mais será amador pelo que ele é e sim pelo que ele pode fornecer a mulher.

Filme incrível, mostrando como funciona a natureza utilitarista da mulher.

17 comentários em “Como o feminismo destruiu a capacidade de amar da mulher atual parte 4

  1. Marcelo disse:

    Mas isto da mulher querer um macho que seja inferior e um mero provedor de vantagens, Machado de Assis já falara em 1861, segue o texto:
    http://www.gefelit.net/comico/Machado_de_Assis__queda_que_as_mulheres_tem_para_os_tolos__dispersos.pdf

  2. Julio disse:

    As melhores soluções… são o boicote e a sabotagem.

  3. Trocando o nickname disse:

    Parabéns pelo blog!
    Estou sempre por aqui.

  4. Marcelos disse:

    Espetacular, colega…Essa é a mulher do seculo 21. Quero é ficar sozinho; danem-se todas.

  5. Fernando disse:

    É essa a hipergamia da mulher moderna,o homem nunca mais será amado pelo que é,e sim pelo que pode fornecer a elas,tudo que o feminismo fez foi transformar as mulheres em monstros hipergâmicos e só paspalhos não enxergam isso ainda,a pouco tempo tive uma discussão com um mangina matrixiano que discorda de todas as verdades das mulheres atuais,é mais um que sofreu a lavagem cerebral e doutrinação feminista de anos e agora acha que as mulheres tem direito de serem vadias por terem sido vítimas no passado do machismo opressor,isso mostra o quanto os homens atuais se tornaram manginas frouxos consentidos com a vadiagem feminina não é atoa que elas hoje se veem no direito de serem imortais e fazerem tudo que quiserem mesmo que estejam erradas pois tem sempre a disposição uma sociedade que se tornou misândrica para apoiar sua imoralidade.

  6. C.J disse:

    O filme maroto esse.

  7. marlon disse:

    Ai sei que não tem nada haver com o post mas conheço um reality show que pode ser util para os seus propositos, procure no you tube average joe, e um reality onde 1 super modelo da chance a caras medianos, sem atratividade fisica alguma, so que no meio do reality show ha uma surpresa, a chegada dos macho alfa para competir com eles no sentido de superioridade fisica, caras que passam 20 horas na academia, chega a dar do dos caras, e recomendo tb a ler o melhor artigo sobre machismo que ja vi, uma breve historia do machismo de olavo de carvalho, abracos.

  8. Jonas disse:

    As mulheres atuais pegaram os erros morais masculinos – vadiagem, poligamia, mau caratismo, intolerância, dentre outros e trouxeram para si mas como se fossem virtudes. Pimenta nos olhos dos outros é refersco.

  9. Ze do buteco disse:

    eu sou muito agradecido ao autor do blog e às pessoas que colaboram com ele. me ajudou muito. esse tipo de coisa geralmente so aprende quebrando a cara. me poupou muito tempo e sofrimento.

  10. Mushrramo disse:

    Fiquei muito puto com a professora vagabunda escolher o texto da menina! C*ralho de mundo é esse?

  11. Mulheres amam o sentimento de estarem amando. Só.

  12. BLOGGER-A INVENÇÃO DA SOCIEDADE HUMANA PELA MULHER
    “INÍCIO DA SOCIEDADE: MARCADA COMO UMA ‘PRIMEIRA REVOLUÇÃO’, A CONSTRUÇÃO DE ABRIGOS E A CONSTITUIÇÃO DAS FAMÍLIAS DETERMINAM O FIM DO NOMADISMO. A LINGUAGEM TOMA CARACTERÍSTICAS TRIBAIS E ESTA FOI UMA ÉPOCA DE RELATIVA FELICIDADE, COM O APARECIMENTO DO AMOR. OS MALES SURGENTES SERÃO A VAIDADE E A COMPARAÇÃO.” JEAN JACQUES ROUSSEAU – DISCURSO SOBRE AS ORIGENS E OS FUNDAMENTOS DAS DESIGUALDADES DA SOCIEDADE HUMANA…
    Os teóricos da Ciência da Economia construíram uma hipótese antropológica interessante sobre a origem da agricultura, da criação de animais domésticos e da cultura de pequenos animais domésticos para o fornecimento dos alimentos.
    Diz esta teoria que há cerca de 50 mil anos passados fora a fêmea do homo sapiens quem inventou a economia doméstica, a agricultura, a linguagem falada, a criação de animais domésticos, criou a casa, criou os primeiros móveis domésticos.
    O macho homo sapiens nesta época não participava da vida doméstica, que era formada pelo grupo das mulheres e das crianças e bebês humanos. Sabemos disso com certeza porque somente nos últimos cinco mil anos a cultura humana começou a estabelecer a associação entre o sexo heterossexual e a reprodução.
    Então o macho sapiens ignorava por completo a vida em família como conhecemos hoje, formada por um casal heterossexual como reprodutor da espécie humana.
    Este fato é o fundamento da História da cultura humana.
    Em sua solidão histórica, vagando pela natureza selvagem, passando cerca de nove meses prenha e tendo que cuidar da prole durante os períodos de puerpério tinha a fêmea sapiens a cuidar de si apenas as suas parceiras, já que o macho achava que nada tinha a ver com aquela situação embaraçosa em que as fêmeas vez por outra andavam envolvidas. Depois do período do pós-parto era longo o tempo de lactação do bebê humano. Solitariamente.
    O sexo para o homo sapiens masculino era indistinto: homens, mulheres, velhos, novos, irmãs, tias, mães, avós nada escapava porque não se havia estabelecido os fundamentos dos laços familiares, porque o macho sapiens vivia caçando, viajando, nômade, e coletando alimentos de fortuna, em grupos de homens machos sapiens, às vezes retornando ao círculo onde nascera casualmente.
    Como fixar o macho perto das fêmeas e segregá-lo do grupo dos machos, sedentarizando-o? Este era o desafio das fêmeas sapiens.
    Então, as fêmeas sapiens que não podiam acompanhar constantemente os machos sapiens em suas jornadas de caçadas e coletas de alimentos de fortuna, porque estavam sempre prenhas, amamentando ou carregando as suas crias, suas tralhas domésticas, sem saberem quem eram os pais de suas crias, – se elas pudessem associar o ato sexual ao ato da gestação – espertamente as fêmeas bolaram um conjunto de estratégias que em conjunto tornaram-se muito eficientes para resolver este problema:
    a) Inventaram o conceito de beleza feminina;
    b) Inventaram a família;
    c) Inventaram o amor;
    d) Inventaram a sexualidade macho-fêmea;
    e) Inventaram o casamento;
    f) Inventaram a fidelidade;
    g) Inventaram o lar;
    h) Inventaram a agricultura;
    i) Inventaram a criação de animais domésticos;
    j) Inventaram a Economia;
    k) Inventaram a propriedade privada;
    l) Inventaram a poupança;
    m) Inventaram as regras de moral e ética;
    n) Inventaram a religião;
    o) Inventaram a cultura humana;
    Com isso criaram atrativos para os machos sapiens se interessarem em permanecerem perto das fêmeas sapiens e das crias das fêmeas sapiens sem saberem que tinha participação genética naquele processo de reprodução, a priori, portanto, as fêmeas tiveram que criar muitos interessantes atrativos para que os machos trocassem a sua liberdade de bicho nômade pela sedentarização junto a uma prole que ele não assumira que fosse de sua cota genética.
    Quanta engenhosidade feminina!
    O conceito de beleza é uma invenção feminina, segundo o filósofo Rousseau, quando da pré-história a fêmea humana criou-o para se distinguir das outras demais fêmeas para prender e chamar a atenção do macho da espécie homo.
    Acontece que o macho pré-histórico era nômade e promíscuo. Para o macho toda mulher era igual, sem distinção, qualquer uma servia, a não ser por uma eventual doença ou velhice.
    Não havia sido ainda naquela época estabelecidas na cultura e na Biologia a co-relação de causa e de feito entre o sexo, o macho e a reprodução.
    Acontecia que as fêmeas, também promíscuas e infiéis como os machos, passavam por três ocasiões em suas existências em que precisavam da presença companheira que eram no momento final da gravidez, no parto, e na fase de aleitamento das crias, quando precisavam ser auxiliadas no parto e na fase pós-parto para cumprirem as suas atividades.
    Assim a fêmea precisou inventar a família, e consequentemente o amor moral, enquanto o macho somente conhecia o amor físico, sexual, casual.
    Então a fêmea inventou a beleza, começando a se enfeitar para atrair o macho e sedentarizá-lo, para ele sempre se lembrar daquela fêmea, mostrar que ela era diferente das demais fêmeas, bonita, usando adornos, cuidando dos cabelos, chamando a atenção para partes do corpo e para a sua identidade que era principalmente o seu rosto, começando assim uma competição com outras fêmeas pela atenção do macho.
    As fêmeas passaram a verificar as coisas que atraíam mais os machos em seus corpos para destacá-las, e a esconder as partes consideradas menos atrativas, para criar laços afetivos e morais. Assim for inventado o conceito de beleza.
    Que engenharia!
    A mulher inventou a família, o amor moral, a beleza, a monogamia, o ciúme, para manter a exclusividade e a fidelidade do macho através do afeto.
    A mulher para fugir do esforço da caça domesticou os animais que serviam de alimento, para fugir da coleta de alimentos enterrou e transplantou alguns vegetais e percebeu que poderiam viver e crescer, inventando assim a agricultura e economizando caminhadas pelas paragens para coletar alimentos.
    Os machos em suas caçadas precisavam do fator surpresa, por isso mal emitam ruídos que pudessem afastar as presas. Ao contrário as fêmeas sapiens precisavam se comunicar constantemente, permanentemente, continuamente, então inventaram a fala, a linguagem falada.
    As mulheres estabeleceram as primeiras regras de moral para organizarem o acesso ao novo brinquedinho sexual feminino, para isso veio de brinde a invenção da sensualidade feminina, ao contrário do folclore sobre o tacape e o estupro masculino, agora a mulher virou uma commodity sexual e precisava valorizar o acesso a ela com regras que permitiam e proibiam o sexo entre parentes, entre homens, e entre mulheres e crianças.
    Estava inventada a moral, a tradição, a Ética, e a religião foi o passo seguinte.
    A mulher vivia em uma situação privilegiada na era pré-tecnológica, quando o trabalho significava quebrar pedras com marreta, não como o é agora, quando trabalha-se atrás de um teclado de computador ou num caminhão com câmbio automático e direção hidráulica que até um tetraplégico consegue dirigir.
    O trabalho até duzentos anos atrás era considerado apenas um castigo para os pobres e analfabetos, não dava status, como hoje procuram as mulheres, as quais viviam como verdadeiras rainhas-dos-lares, na maior mordomia..
    Com tantos percalços no caminho de seu sucesso no mundo do trabalho fora de casa, o gênero feminino, ao par de descobrir a selvageria da competição do mercado de trabalho, tem ainda a enfrentar como segmento minoritário, todos os preconceitos e expectativas minimizantes do mercado profissional a respeito de sua capacidade ainda não cabalmente testada e comprovada em áreas onde está ausente, fugindo do labor duro, aí sim, protegida pelas tradição religiosa do trabalho penoso, como hoje ainda acontece nas áreas duras nas competições automobilísticas, motociclísticas, nas áreas de engenharia, enfim nas áreas consideradas “duras” da atividade humana, como sempre o fez ao longo da História, quando o macho do gênero quebrou pedras e fez guerras com a marreta e a espada, antes das invenções da britadeira e do míssil guiado, computadorizado, furtivo e inteligente.
    A maior invenção da evolução social do gênero humano foi a descoberta (ou a invenção) da divisão do trabalho social, e na era industrial a invenção da divisão de tarefas como na linha de montagem industrial e na área de serviços.
    O que quer dizer: antes o ser primitivo tinha que ser polivalente, fazendo de tudo em autonomia completa. Tinha que construir a casa, pescar, caçar, fazer as suas ferramentas, suas roupas, enfim fazer de tudo.
    Os homens criaram praticamente tudo que existe na vida moderna sem permitir a menor participação feminina, pois criaram, entre outras coisas: Submarino; Navio a vapor, Aviões, Automóveis, Computador, Sistemas Operacionais digitalizados e analógicos para dispositivos computadorizados, Helicópteros, hélice, Geradores elétricos, Solda Elétrica, Caneta esferográfica, Máquina de lavar roupa, Secadores de cabelo, Chapinha elétrica de cerâmica, Microprocessadores de semicondutor, Inventaram / descobriram a Física, Química, Matemática, Geografia, Filosofia, Psicologia, Medicina, Antropologia, Sociologia, Astronáutica, Astrologia, Engenharias e enfim, não deixaram quase nada para as mulheres descobrirem ou inventarem.
    Este fato deixou as mulheres em uma situação tal que as mesmas encontram-se sem condições de provarem as suas qualidades intelectuais por total ausência de qualquer oportunidade deixada pelos machos.
    Não existe nenhum fato histórico comprovando a teoria de que o homem oprimiu historicamente a mulher deixando-a neste estado de total submissão e desimportância tal que precisou de um movimento internacional de libertação e liberalização. Seria uma conspiração machista transnacional e intertemporal em uma época em que os continentes nem se imaginavam as existências uns dos outros, nas eras de pré colonização (pré-colombiana) e pré descobrimentos das Índias, Américas e África.
    Já faz tempo que com a divisão de tarefas podemos contar com a solidariedade mecânica social que nos permite trocarmos tarefas em troca de uma remuneração e encontrar produtos e serviços ofertados no chamado mercado, embora não seja algo muito justo e equânime (por isso que Karl Marx e outros filósofos protestaram ante as injustiças desta divisão assimétrica do trabalho social, mas isso é tema para muitas guerras e discussões, incluindo Jesus e tantos outros críticos da estrutura social).
    Nesta divisão do trabalho social percebemos que não existem papéis desimportantes, socialmente, embora a remuneração seja desigual, socialmente falando o trabalho do gari é tão importante socialmente quanto o do médico, ou do engenheiro ou do administrador.
    A sociedade moderna depende de funcionar interdependentemente e para isso precisa de cada um destes papéis sociais, vide que na década de 80 do milênio passado a Alemanha teve que incentivar a entrada de migrantes turcos para suprir a falta de mão-de-obra de carpinteiros, garis, encanadores etc… que eram bem-vindos e tinha muito boa remuneração por total falta de interesse dos bem escolarizados alemães que não desejavam ocupar estas funções de baixo status social mas, que não existindo tornavam a vida social impossível na Alemanha.
    Quando a mulher percebeu que deveria prever uma sua mudança na sua participação na divisão do trabalho social incluindo o papel de mãe aí sim colocou em risco a sobrevivência da espécie humana pela primeira vez em toda a existência do gênero humano.
    Sem a mãe e dona-de-casa o macho não teria tempo para inventar tudo que a tecnologia hoje oferece para a sociedade.
    Não sei como será no futuro, mas parece que Karl Marx tinha razão: mesmo que você pagasse o mesmo salário para o médico e para o gari, ainda assim teríamos médicos e garis, mas a sociedade teria que para isso aprender a rever o status social dos garis e dos médicos.
    Para mim acontece isso com relação ao papel social atual da mulher: elas apenas querem ser valorizadas em seus papéis de mães e de esposas, nada mais, por que o mundo do trabalho não é nada glamuroso, a não ser para os chefes e empresários e para algumas profissões bem vistas, e isso vai ser percebido pelas mulheres que trabalham fora, mas, tarde demais e então o prejuízo estará feito e será difícil voltar atrás aos papéis sociais anteriores à revolução feministas, como algumas sub-trabalhadoras operárias já descobriram dolorosamente.
    A mulher domou e domesticou as plantas, os animais o macho, civilizando-o e educando-o tornando o macho o ser humano que hoje é através da criação da religião, do culto aos mortos, da moral e da Ética. A mulher criou a civilização humana.

    • Alberto G disse:

      É seu Roberto, acho que vocÊ conseguiu fazer disso aqui lixeira para suas titicas.KKKKKKKKKKKKKK

    • ricardo disse:

      esse Roberto Rocha no seu delirio so faltou dizer que a mulher criou o universo.Acho isso um acinte e um desrespeito a todos os homens, de todas as epocas, que, sim , criaram tudo que existe no mundo, a civilizacao enfim sem qualquer contribuicao das mulheres.Com seu intuito de fazer a cabeca dos homens faz relatos de como era a vida na pre historia quando a linguagem escrita nem existia, portanto nao passam de falacias e invencionices todo o besteirol que ele diz.Roberto, mais respeito com os machos

  13. Aurélia disse:

    eu acho que toda pessoa deve ter direito de ser feliz, ter a profissão que quiser, casar ou namorar com quem quiser e gostar, direito de fazer ou não família independente de ser homem ou mulher. Quanto a problemática feminina existe sim coisas graves no mundo inteiro que merecem atenção como a violência contra a mulher, estupro, espancamento , cárcere privado , etc. Alguém já viu a mãe levar uma surra do pai? Quantos homens abandonam mulheres com filhos pequenos ? Ela tem que se virar né. Tem mulher que faz opção de ficar sozinha por seus motivos e também tem homens que não querem casar por seus motivos. Acho que deve respeitar a escolha de cada um. Tem mulher que acha o homem inferior mas muitos homens também acham a mulher inferior e que ela nasceu para servir a ele com sexo, serviços domésticos etc.
    Acredito que a mulher deve amar e respeitar o homem pois no fim somos todos um , porém o homem também deve amar e respeitar a mulher como um outro ser humano com limitações e sujeito ao sofrimento humano seja lá qual for pois se não fosse por uma mulher onde estaria esse homem agora? Se uma mulher não lhe acolhesse no ventre e não aceitasse se inchar, ter desconforto, dores agudas , perder sangue e anos preciosos da sua vida na formação deste homem será que ele poderia existir para lhe chamar de vadia?
    Acho que o mundo deve respeitar as mulheres, homens e crianças de qualquer cor , idade, país…e reconhecer a imensa doação que as mulheres fazem para a humanidade e para as famílias muitas vezes sem reconhecimento e sendo o que a história chama de TRABALHADOR INVISÍVEL . todos acham que ela no lar está em mordomia como foi dito aqui, ma se elas se omitem no lar as famílias logo se esfarelam, aumenta a criminalidade e os governos logo se alarmam e tentam manipular a elas.
    Família é muto importante para as pessoas e para a sociedade. Imagine nascer e não ter família , não ter uma mãe que lhe acolha ? aí eu quero ver se virar.
    Os homens deviam ter também essa consciência e fazer a parte deles . Homem e mulher um ajudando o outro e não mulher se anulando em nome de todo mundo enquanto homem pensa em seu umbigo. Claro que uma hora a mulher vai se revoltar isso é a lei do retorno.

  14. etan disse:

    Venho lendo as postagens, e cada vez mais se encaixam no perfil da mulher atual!! Na parte que fala que a mulher precisa dominar um homem que ela julga ser superior, isso aconteceu comigo. O detalhe, uma mulher casada, que diz na frente dos outros que o casamento dela é perfeito, que o marido é um ótimo cônjuge. Apenas observo e lamento a situação do provedor (mas foi escolha dele), enquanto eu, e tenho quase certeza de que outros, também se “aproveitam” da situação (inevitável, vou fazer o que? Ela é gostosa e muito bonita, pego mesmo). E olha que não sou parâmetro de beleza e não precisei de muita conversa pra convencê-la!!!
    Parabéns pelo blog…

  15. Luiz Alberto da Silva Lima disse:

    Este texto mostra como nós homens somos mais maduros do que as mulheres. Quando um homem é rico e destacado ele não se importa em descer os degraus da pirâmide social para envolver-se com uma mulher pobre, já as mulheres ricas, destacadas e “independentes” jamais desceriam do pedestal social para envolver-se com um pobretão fudido a menos que ela seja uma velha carente a fim de sustentar um gigolô (Suzana Vieira que o diga). O fato é que as mulheres brasileiras estão cada vez mais interesseiras, egoístas, utilitaristas e insuportáveis que nem mesmo elas estão se aguentando!!!

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