O narcisismo e o novo padrão de beleza feminino parte 1

O padrão de beleza sempre muda ao longo do tempo.
Varia muito de cultura para cultura e depende muito da situação social de um país.
Quando duas mulheres se encontram, antes de qualquer pensamento, de qualquer palavra a ser dita o que elas fazem instintivamente é analisar detalhadamente o corpo da outra mulher.

Isso ocorre porque a mulher é genéticamente programada para atrair os machos mais destacados.
Mas para conseguir isso ela também precisa ser a melhor e superar as suas rivais no mercado sexual.
A indústria da beleza feminina gera aproximadamente 2% do PIB mundial, uma cifra de 1,5 trilhão de dólares em 2012 e as mulheres gastam cada vez mais para poderem aumentar o seu nível de beleza física, e com isso aumentarem o seu poder de barganha sexual visando derrotar suas rivais na eterna luta pelos machos mais destacados.
Em 2012 no Brasil, foram cerca de 850 mil intervenções cirúrgicas com fins estéticos, e 75% dessas cirurgias plásticas foram feitas em mulheres, sendo 20% delas com idades entre 14 e 16 anos.
No Brasil, a indústria da estética é responsável por cerca de 3% do PIB, que em 2012 representa 80 bilhões de dólares e o Brasil se tornou o segundo maior mercado do mundo nesse setor.
A indústria da beleza, é uma indústria que só existe devido ao narcisismo e o complexo de superioridade da mulher.
As mulheres mais ricas se sentem superiores as mais pobres não porque possuem um nível social mais elevado, mas sim porque podem ter acesso aos mais caros tratamentos de beleza existentes, e com isso são capazes de atrair mais atenção dos homens do que as mulheres mais pobres.

Quando Louis Réard criou o “bikini” ele não imaginava a guerra de egos que isso criaria.
Quando vão a praia, ao invés de se divertirem, elas ficam o tempo inteiro envolvidas em uma guerra de egos e competem entre si o tempo todo para ver quem atrai mais a atenção dos homens.
A partir do momento em que as mulheres começaram a ir a praia na década de 50, inicialmente com seus maios e depois com os biquínis, elas passaram a comparar o corpo delas com o corpo das outras.
Depois veio a popularização do cinema e a TV, que só fez aumentar ainda mais a paranóia existente na mente feminina.
Ao longo da história a mulher sempre usou o próprio corpo como arma para conseguir o que quer.
Mas com o pós feminismo foi criada toda uma cultura em torno do corpo feminino, e a mulher não hesita em utilizar-se do sexo pra conseguir vantagens e principalmente destaque social nos dias atuais.

Os homens competem entre si através do poder financeiro, forca física, inteligência e coragem.
Entre as mulheres a disputa se resume a beleza física e a capacidade que elas tem de atrair mais homens destacados, porque isso reflete a idéia de superioridade da mulher.
A mulher atual pode estudar e ter sucesso em sua carreira, mas se ela se acha feia, nunca será feliz.
E ela nunca será feliz porque a própria mulher acredita que ser superior é ser capaz de controlar, subjugar o outro através do sexo e da beleza.
Nada deixa uma mulher mais feliz e satisfeita do que saber que as outras mulheres estão com inveja dela.
Isso sempre existiu mas nunca de forma tão exagerada como atualmente.
Nas redes sociais, quando uma mulher atualiza o status dela e coloca “namorando” ou “casada” imediatamente muitas mulheres começam a comentar e a parabeniza-la por essa “conquista”.
Isso ocorre porque na mente da mulher, ser capaz de prender um homem em um relacionamento, especialmente se ele for destacado e rico é sinônimo de sucesso e felicidade, o símbolo máximo de destaque que uma mulher pode ter.
A mulher não liga se a outra tem mais estudo ou mais dinheiro do que ela, se a outra é “doutora” e ela uma atendente de call center, desde que ela consiga atrair mais a atenção dos homens do que a outra.

Se ela for capaz de atrair homens mais destacados do que a outra ela será plenamente feliz mesmo se for pobre, até porque sempre são os homens que pagam a conta mesmo, então para as mulheres isso não faz tanta diferença assim.
As próprias mulheres pensam dessa forma.
Portanto o machismo que a mídia faz questão de dizer, que faz com que as mulheres pensem dessa forma é absolutamente falso.
A mulher desvaloriza a si mesma quando pensa dessa forma mas, elas não fazem questão de mudarem sua atitude, pelo contrário o que se percebe é que nesse quesito elas estão ficando cada vez mais radicais.
Quando a mulher coloca um silicone, ela acredita que está implantando felicidade, é como se fosse um passaporte para uma vida melhor, e talvez seja mesmo.
Porque com um peito grande e uma bunda gostosa, ela vai poder competir com as outras pelos homens mais ricos e isso pode tirá-la de toda uma vida de trabalho e stress.
Mas ao optarem por viver de forma passiva e utilitarista, essas mulheres aproveitadoras jogam a independência delas no lixo.
E quem faz isso é a própria mulher, e não os homens!

A mulher associa o valor social das mulheres de acordo com o nível de beleza delas.
Inclusive recentemente, uma pesquisadora dos EUA publicou uma pesquisa no qual ela afirma que descobriu o óbvio, nos grupos de amigas, a mais gostosa manda nas mais feias.
Mesmo se a mais feia tiver mais dinheiro e estudo do que a bonita.
A mulher atual não gasta tanto dinheiro para ficar mais bonita porque tem baixa autoestima como a mídia e especialmente as jornalistas e apresentadoras balzaquianas dizem.
Isso é so mais uma falácia do feminismo.
Mais uma vez elas jogam no “outro” algo que vem exclusivamente delas.
Como foi anteriormente citado, cerca de 20% das cirurgias plásticas com fins estéticos foram realizadas em mulheres com idade entre 14 e 16 anos.
Isso não acontece porque essas mulheres não conseguem arranjar um homem só porque tem um peito ou uma bunda pequena, ou porque estão acima do peso.
Na verdade essas mulheres mais jovens odeiam o fato de que as mulheres mais velhas, que estão na faixa dos 20/25 sejam capazes de atrair a atenção dos homens mais destacados.
Elas tem muita pressa para entrarem no mercado sexual, e estão dispostas a arriscar até a própria vida pra conseguir isso.
As subcelebridades que se prostituem, especialmente aquelas que aparecerem nuas em revistas masculinas ou em filmes pornos, fazem questão de dizer que recebem “presentinhos” caros de empresários e até de alguns donos de emissoras de rádio e televisão.
As jornalistas e apresentadoras quando se referem a elas, demonstram de forma velada uma certa admiração por essas mulheres e algumas demonstram até mesmo inveja.
Nos sites de relacionamentos as mulheres que falam várias línguas e tiverem seus estudos bancados pelo pai, ao invés de destacarem isso nos perfis delas, elas colocam fotos de biquínis, mini saias ou até mesmo sem roupa.
Elas sabem que os homens não se importam com o nível social dela, mas sim com o corpo dela e elas sabem que naquele exato momento, muitas outras mulheres estão se oferecendo para os homens, mulheres de todas as idades e classes sociais.
Então a guerra que existe entre as mulheres no mercado sexual, não é uma disputa econômica como no caso dos homens, mas sim uma disputa sexual.
Eu mesmo trabalhei com mulheres que quando eram jovens, usaram o poder sexual delas para subjugar, humilhar e arrancar dinheiro e favores dos homens.
Na medida que essas mulheres arrogantes, preconceituosas e aproveitadoras envelhecem, elas percebem que não conseguem mais ter o mesmo poder de atração sobre os homens que elas tinham antes.
Isso as torna realmente neuróticas e histéricas.
Quanto mais essa mulher que no passado era extremamente gostosa e assediada por todos envelhece, mais aumentam os problemas psicológicos.
Muitas passam a usar a máscara de moralistas e defensoras da moral, e ficam criticando as mulheres mais jovens porque estas fazem o que elas mesmas sempre fizeram em sua juventude.
E hoje, todas as mulheres fazem isso, e o mais interessante é que para a mulher isso se tornou banal e elas muitas vezes nem percebem que agem dessa forma.
A mulher considera um “direito” dela usar o sexo como moeda de troca!
Isso na mente feminina é algo natural, como é natural para o homem utilizar o seu poder financeiro para vencer um rival em alguma disputa.

A promiscuidade das mulheres tatuadas e os significados das tatuagens femininas

Um recente estudo realizado nas principais capitais brasileiras, analisou o comportamento sexual das mulheres levando em consideração o tipo de tatuagem que elas têm.
O pesquisador E. Mendes entrevistou mulheres em todo o Brasil e chegou a algumas conclusões:
“Primeiramente, foi possível constatar que as mulheres tatuadas gostam mais e praticam mais sexo do que as mulheres sem tatuagem“, afirma Mendes.
“Parece que o prazer em sentir dor, de alguma forma está ligado à excitação sexual feminina“, 73% das entrevistadas que disseram gostar muito de sexo eram tatuadas, e quase metade das mulheres sem tatuagem que adoram sexo, tem intenção em fazer uma tatuagem.
A pesquisa serviu também para traçar o perfil sexual das mulheres de acordo com o tipo de tatuagem que elas têm.

82% das mulheres com tatuagem de estrela disseram preferir sexo selvagem.
42% das mulheres com uma fada tatuada no corpo preferem sexo oral.
96% das mulheres que tem tatuada a frase Carpe Diem são adeptas do sexo no primeiro encontro.
55% das mulheres com tatuagens tribais têm tendencia ao lesbianismo.
42% das mulheres com uma tatuagem de borboleta já participaram de alguma orgia ou sexo grupal.

Mulheres acham homens tatuados mais atraentes, e homens acham que mulher tatuada parece ser promíscua diz pesquisa.

As tatuagens femininas e seus significados.

Fonte: Foi retirado do Censo Carcerário do Estado de São Paulo realizada entre os anos de 1999 e 2004.

Estrelas: Gosta de Apanhar especialmente durante o sexo.
Múltiplas estrelas indicam prática de fornicação seguida de açoite com vários homens.

Mandalas: Indica que é dada a religiões afro/macumba/pacto satânico.

Fadas, Duendes, magia: Mulher dada ao uso exagerado de bebidas alcoólicas e/ou drogas alucinógenas.

Flor: Mulher dada á traição.

Beija-flor: Mulher dada á traição, que já teve um filho bastardo, uma alusão ao invasor figurado pelo beija-flor.
Multiplos beija-flores indicam repetição do fato.

Escorpião ou aranha: Indica doença venérea curada e/ou portadora do Hiv.

Chines: Apreciadora de órgão masculinos avantajados.

Multiplas cobras indicam propensão á sexo grupal.

Cruz: Viúva, matadora de maridos. Multiplas cruzes indicam corriqueira prática.

Corações: Dada á prática da felação ou espanhola, especialmente com desconhecidos.
Multiplos corações indicam disposição á pratica de felação com vários homens ao mesmo tempo.

Maçã: Prática ou desejo de Incesto por livre vontade com pais e irmãos.

Maçã mordida: Prática de Incesto com pais e irmãos que gerou filho.
Pode significar também que foi vítima de estupro.

Motivos Religiosos: Fornicadora compulsiva que busca o perdão.

Orelhas: Felação

Pescoço ou cocix/nuca/costas: Dadas ao sexo anal.

Virilha: Ninfomania e dada ao coito com desconhecidos.

Braço: Dadas ao lesbianismo ou prática bissexual.

Quanto ao tamanho, indicam intensidade da falha de caráter descrita pela estampa.
É diretamente proporcional ao tamanho.
Exemplo: Dragão chinês ou cobra tomando toda as costas indicam propensão a ser penetrada por falos enormes em coito anal.

Existem a combinação de significados das tatuagens.
Exemplo: pimenta+dragão+coração no cóccix . (suposta)

Última moda nos EUA é tatuar o ânus, mais uma forma que a mulher “moderna” encontrou de se auto-sodomizar sem ser taxada de masoquista.

Essa é pra casar!

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Como a mídia manipula a mente masculina

Os novos padrões masculinos englobam tanto os aspectos físicos quanto mentais.
Nas redes sociais e nas revistas, mas principalmente na televisão, se fala muito em um novo padrão de homem.
Um homem mais sensível, mais inteligente, mais educado e culto.
Um homem que não é mais machista e agora trata as mulheres como princesas, como elas sempre mereceram ser tratadas.
Esse novo homem é apresentado pela mídia como sendo mais racional, calmo e pacífico e que se preocupa muito mais em cuidar da mulher, dos filhos e em dividir as tarefas que antes as mulheres exerciam sozinhas e de forma muito cruel, porque no passado os homens tratavam as mulheres como meras empregadas e que ainda tinham que fazer sexo com eles.
Nas matérias apresentadas esses homens sempre são de classe média alta ou mesmo ricos e estão casados há muito tempo com mulheres bonitas, calmas, inteligentes e fiéis, que dão depoimentos exaltando esse novo homem, e sempre dizendo que entre um homem “antigo” e esse novo homem, escolheriam os homens mais modernos, sensíveis e com a mente mais “aberta”.
Essa mesma mídia se recusa a mostrar a realidade na esmagadora maioria dos lares e tudo é uma encenação que faz as pessoas acreditarem que uma ou algumas poucas famílias mostradas nessas matérias representam a realidade da maiorias dos lares.
Ocorre que esses homens não passaram a existir de uma hora pra outra, eles existem a muito tempo.
Com a evolução tecnológica, os seres humanos estão dedicando cada vez menos tempo para o trabalho e mais tempo para o ócio.
Nos anos oitenta, o nível tecnológico propiciava aos homens mais ricos a oportunidade de ficarem mais tempo com a família.
No início do século 21, os homens de classe média, também estão tendo acesso a essa vantagem que a tecnologia proporciona.
Mas até os anos 60 nos países mais ricos e anos 80 nos países mais pobres, era extremamente comum os homens fazerem jornadas de trabalho que chegavam a 11 ou 12 horas, mas devido aos níveis de pobreza então existentes muitos trabalhavam ainda mais, as vezes 16 horas por dia todos os dias.
Muitos nem folga tinham e os casos de morte no local de trabalho eram relativamente comuns devido a precariedade existente em todas as áreas.

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Mas as mulheres da geração pós feminismo não sabem e não querem saber de nada disso.
Não querem porque não é conveniente para elas, porque essa é a verdade que mata metade das mentiras que as feministas com a ajuda da mídia contam.
Como um homem que chegava morto do serviço poderia ajudar a mulher a lavar roupa ou fazer a janta?
Não adianta por nenhum desses argumentos baseados na realidade em uma discussão com uma feminista, porque a maioria delas possuem sérios problemas mentais e são misândricas que desejam somente a absoluta submissão do homem, pura e simples.
E com a ajuda da mídia, que fabrica mentiras todos os dias elas conseguiram o que queriam.
Mas esse mesmo modelo de homem sem virilidade mostrado pela mídia, é aquele que é desprezado no cotidiano e sempre usado como fonte de benefícios pelas mulheres pra logo depois serem trocados por algum cafajeste, isso quando elas não trocam o bonzinho por algum bandido sem saber que ele é um bandido, claro.
Elas nunca sabem.
O que a mídia não mostra é que essas mesmas mulheres pagam para outras mulheres cuidarem dos filhos delas.
O que a mídia não mostra é que essa mesma mulher que diz adorar o seu homem bonzinho, no fundo adora um homem dominador e poderoso.
A mídia também não vai mostrar jamais, as estatísticas que mostram que as mulheres de classe mais alta e com maior nível de estudo, estão traindo mais do que os homens nessa mesma situação.
A câmera não acompanha aquela mesma mulher todos os dias, porque se acompanhasse, segundo as últimas pesquisas sobre traição feminina, existe mais de 60% de chances de aquele mesmo homem bonzinho, obediente e romântico estar levando um colossal par de chifres toda vez que a sua esposa sai para ir na padaria, academia, no shopping ou mesmo como elas adoram dizer:
“Vou na casa da minha amiga!”

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Essas pesquisas apesar de não estarem totalmente erradas, também não estão totalmente corretas porque as mulheres mentem demais, especialmente em pesquisas.
As próprias mulheres sabem melhor do que os homens que tudo o que a mídia fala a respeito dos homens “bonzinhos” e sensíveis é falso, porque além delas mesmas gostarem dos “maus” para ter sexo, elas sabem que as suas amigas, parentes, vizinhas, enfim, a grande maiorias das mulheres só procuram os homens provedores e obedientes quando são chutadas pelos cafajestes e Alfas que elas tanto veneravam, ou porque estão precisando de um provedor para ter vantagens e facilidades.

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Quando eu cito os homens “maus” eu não estou me referindo aos homens machistas, uma coisa nada tem a ver com a outra.
Pesquisas mostram inclusive que homens considerados machistas são melhores chefes de família do que os considerados frouxos.

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O homem submisso só será valorizado, e bem tratado pelas mulheres se ele for rico, ou no mínimo classe média/alta e ainda assim, essa valorização será artificial porque a mulher só o tratará bem para ter acesso as vantagens que ele oferece exatamente por ser submisso.
Não espere que algo desse tipo seja dito na mídia, porque isso nunca vai ocorrer.
Com o tempo, a maioria dos homens percebe que quando entram em uma relação fixa com uma mulher, só levam prejuízo.
O resultado disso são sites de relacionamentos lotados de homens que estão apenas em busca de sexo, e de mulheres querendo dar o seu sexo em troca de algum provedor que esteja disposto a pagar o preço para ter sexo de forma regular com elas.
Essa negociação existe, mas nada é exposto um para o outro e tudo apenas “acontece” naturalmente, porque as mulheres impõem suas regras, e os homens também, porém com uma força bem menor por não possuírem o mesmo nível de poder sexual que as mulheres para fazerem tantas exigências.
O poder masculino em outras áreas é utilizado pelos homens para lutarem contra seus rivais no mercado sexual, porém os “vencedores” não necessariamente possuem mais poder sexual do que os perdedores, porque para conseguirem obter sexo foram obrigados a utilizarem outras “armas” como dinheiro, status, mentiras, etc.
Se as pessoas estão a cada dia mais promíscuas, a culpa sem dúvida é das mulheres, porque se elas se recusassem a fazer sexo, os homens simplesmente não fariam sexo, ao menos não com mulheres.
Isso é óbvio, mas se isso for dito para uma mulher ela vai arranjar os mais incríveis, acrobáticos e fantasiosos argumentos para explicar o porque do aumento da promiscuidade em ambos os sexos, mas ainda mais entre as mulheres, que estão perdendo a virgindade mais cedo do que os homens.
Pesquisas também mostram que até os 30 anos, as mulheres chegam a ter o triplo de parceiros sexuais que os homens da mesma idade.
Quem comanda o mercado sexual são as mulheres e somente elas podem mudar o padrão de comportamento dos homens, mas elas definitivamente não querem fazer isso, porque a mulher sozinha é absolutamente incompetente para educar não apenas a si mesma, mas também os outros.
Na visão feminina tudo deve ser permitido, desde que atenda aos seus interesses.

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O homem “bonzinho” é um homem cego que foi iludido pela mídia e pelas mulheres (inclusive pela própria mãe) mas na grande maioria das vezes essa submissão do homem tem um prazo de validade.
Esse prazo de validade termina quando o homem envelhece, e finalmente percebe que ele foi enganado durante décadas.
Quando os homens percebem que as mulheres sentem nojo dos bonzinhos e sensíveis, e veneram bandidos, Alfas bombados e cafajestes, eles caem num ciclo de degradação moral, que pode durar até o fim da vida.
E a mulher?
A mulher atual praticamente nasce vulgar, dissimulada e extremamente utilitarista.
A humanidade iniciou o seu maior ciclo de mudanças culturais exatamente na mesma era em que o feminismo foi criado.
Os países que não permitiram que o feminismo se alastrasse, estão crescendo muito mais do que aqueles aonde o feminismo dita as regras.
Num futuro não muito distante os países islâmicos e outras potências orientais vão dominar os países feministas de um ocidente decadente e fraco em todos os sentidos, inclusive no sentido moral.
Quem é o culpado por tudo isso?
O “culpado” são os homens, que sempre foram e sempre serão os motores da civilização mas que se deixaram dominar.
Os homens do passado construíram tudo o que usamos hoje com muito menos recursos e eles não fizeram tudo isso sendo uns bundões carentes e sensíveis que vivem a espera da aprovação feminina!

As mulheres, mesmo nunca tendo construído absolutamente nada, possuem uma megalomania incontrolável.
Elas acreditam que podem mandar em tudo, e não admitem que ninguém ouse tentar falar a verdade ou corrigi-las em nada, que saem taxando o homem de machista, misógino, “atrasado” ou até mesmo de ser um homem violento e cruel.
Elas não toleram nenhum debate de idéias, e reagem as vezes até de forma violenta quando alguém as questiona.
Portanto é inútil acreditar que alguma mudança positiva possa vir da parte delas.
Quanto a mídia, essa tem uma função bem clara, deseducar as mulheres e enganar os homens, e todos os dias elas são incentivadas a ficarem ainda piores!
A mídia prega o politicamente correto, exatamente por que isso torna muito mais difícil abordar o feminino de forma crítica, por isso mesmo a mulher atual está tão infantil e prepotente.
Sem nunca serem criticadas, elas simplesmente acabam se achando as donas da verdade.
A mídia nunca vai criticar o feminismo, porque o feminismo vende, e vende muito.
Os homens financiam as ilusões femininas e as próprias mulheres fazem questão de viverem de forma intensa suas fantasias e delírios de grandeza.
Enquanto os homens não forem capazes de encarar seus erros, e finalmente voltarem a ter voz ativa, tudo continuará sendo conduzido de acordo com regras femininas, e as regras femininas sempre valorizam o errado e desprezam o correto, porque a mente feminina é emocional e não racional.
Somos somente nós agora, ou mudamos, ou iremos desaparecer enquanto gênero masculino, sendo substituídos por algo que vagamente lembra um homem.

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Como a mídia corrompeu a mente feminina parte 4

Um outro ponto interessante nas revistas femininas é que todas elas exaltam a sexualidade da mulher como um “patrimônio” que deve ser usado para conseguir felicidade.
Nessas revistas, a vida sexual da mulher vira uma epopéia, e algo que está se tornando comum são os depoimentos em que as mulheres contam como traem seus namorados e maridos e no qual exaltam o quanto são felizes fazendo isso.
A mulher atual é vazia, e acredita que indo em baladas e festinhas será feliz.

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Nessas revistas o eterno vitimismo feminino fica ainda mais exacerbado, e elas reclamam de tudo.
Se o namorado é romântico, elas desprezam, chifram, falam mal dele e o taxam de “grudento”.
Se o homem tem um pouco de amor próprio e não se submete aos caprichos dela, ela reclama que ele é machista, insensível, xinga, trai e no final de tudo ainda consegue obter o apoio de homens carentes e cegos que a desejam.
Se o homem gosta de sexo, ele é um pervertido, tarado, insensível que só está com ela para ter sexo.
Se o homem for mais “sossegado” elas traem para provar pra elas mesmas que são atraentes, além de reclamarem que eles não gostam dela ainda insinuam, isso quando não chegam a afirmar, que o cara é gay.
Se o homem não for otário, e se recusar a pagar “coisas” pra ela, e a dar “presentinhos” ela o taxa de chato, pão duro, diz que ele não dá nenhum valor para ela, e ou termina a relação ou ela dá para outro homem em troca de bebidas na balada, cineminhas, presentes caros, etc.
De forma instintiva, as mulheres sabem que podem usar o sexo como uma arma para conseguir o que querem dos homens, mas é lendo essas revistas que elas se tornam realmente sofisticadas na arte de dominar o homem.

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As revistas femininas só tratam de futilidade e incutem na mente da mulher idéias, padrões de beleza, de relacionamentos e de homens que são impossíveis de serem atingidos.
Isso deixa as mulheres frustradas, estressadas e ainda mais prepotentes e intolerantes com os homens.
Hoje elas cobram coisas que a maioria dos homens simplesmente não fazem a mínima idéia de como conseguirão tornar possíveis e com o passar do tempo, conforme o homem envelhece, ele acaba desistindo de manter uma relacionamento fixo e se contenta em ter apenas sexo casual.
A mídia também criou algo muito lucrativo, a cultura da pegada.
Hoje a mulher exige que o homem faça um “sexo selvagem” para que ela se sinta desejada e coitado do homem que não cumpra esse requisito, ela destrói a reputação dele em pouquíssimo tempo, e depois ele não consegue entender porque virou motivo de piada entre as pessoas de seu circulo social.

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A mídia incentiva as mulheres a levarem uma vida promíscua, mas não mostra as conseqüências que isso tem na vida dela.
As revistas vendem a falsa idéia de que os homens não se importam com a promiscuidade feminina.
Existem pesquisas que essas revistas divulgam, mas essas pesquisas são feitas em alguns poucos países europeus e não condizem com a realidade e a cultura latina, gostem as mulheres desse fato ou não.

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Muitas dessas mulheres que foram arrogantes, irresponsáveis e promíscuas a vida inteira, quando envelhecem passam a ter uma grande dificuldade para conseguir algum homem que aceite manter um relacionamento “sério” com elas depois.
Essas se tornam mulheres amargas e inconformadas com a perda de poder sexual que tinham na juventude, e ficam insanas.
Passam a viver num mundo de faz de conta, e insistem em manter os mesmos níveis de arrogância e exigências que tinham no seu auge de poder sexual.
Está se tornando cada vez mais comum mulheres traírem seus companheiros, apenas para provarem para si mesmas que ainda são capazes de gerar atração sexual nos homens, especialmente em homens mais jovens.

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A mídia multiplicou a natureza narcisista da mulher e hoje muitas mulheres que são frígidas, traem apenas com o intuito de exercitarem seu poder sexual.
Muitas dessas mulheres que passaram dos 40, algumas com até 50 anos se vestem como as ninfetinhas que vão nos bailes funk, é claro que a maioria dos homens vai olhar pra elas, mas a maioria vai olhar e achá-las ridículas.
Mas elas não entendem isso e preferem enganar a si mesmas acreditando que todos aqueles olhares eram de homens “famintos” que desejavam ardentemente o corpo delas, tamanha é a necessidade feminina em se sentir desejada.
A mídia alimenta todas essas neuroses e manias que a mulher sempre teve, mas que não tinha espaço e nem incentivo para concretizá-las no passado.

A mulher que lê essas revistas, acredita que é vital para ela fazer muito sexo, isso pra elas é uma auto afirmação e visa se equiparar ao homem e também passar a imagem de uma mulher “bem resolvida”(essa é a mais nova paranóia feminina, ser “bem resolvida”).
Mas o homem tem um apetite sexual naturalmente muito mais elevado e mesmo que as mulheres usem testosterona para aumentar sua libido, nunca serão igual a um homem.
Se uma mulher está namorando há algum tempo, e uma vez ela não tem um orgasmo, pronto!
Cria-se uma nova “crise” no relacionamento, e ela vai correndo ler suas revistas e procurar na internet o que ela deve fazer para “aquecer” o relacionamento dela.

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Como é de costume na mulher, elas sempre tendem a jogar toda a culpa sobre os homens mesmo que na mente dela ela se sinta “culpada” por não conseguir gozar.
Ocorre que muitas vezes o relacionamento cai na rotina não para o homem, mas para a mulher, porque a mulher atual precisa sempre de novas cargas de emoção.
Por isso elas quase sempre terminam os relacionamentos, inclusive tem muita mulher que não trai, mas deseja muito descobrir alguma traição do homem só para ter motivo suficiente pra pedir divórcio e abocanhar um bom patrimônio.
Além de deixar a mulher megalomaníaca e com um forte complexo de superioridade, a mídia também destruiu o verdadeiro sentido de amar, mesmo quando se trata de relações familiares e não somente da relação homem/mulher.

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Nessas revistas as mulheres sempre reclamam de tudo, mas principalmente de que estão insatisfeitas com o próprio corpo e de que não são amadas e valorizadas pelos seus parceiros.
Ocorre que essas mulheres estão em um outro mundo, vivem uma realidade alternativa e a maior prova disso é que a mulher atual, entra em qualquer relação acreditando que o homem deve “algo” pra ela.
Então elas exigem coisas absurdas do homem para compensar essa suposta inferioridade dele.
O homem atual entra em uma relação com um valor muito baixo em comparação com o valor da mulher, notem que para um homem conseguir manter uma relação estável com uma mulher considerada bonita, ele no mínimo não pode ser pobre e obrigatóriamente precisa ter carro.

Junto com os manuais para tudo, vieram as metas que toda mulher “moderna” deve ter em sua vida.
Isso incluiu metas para sua vida sexual também.
Uma blogueira ficou famosa porque a meta dela era fazer sexo com 100 homens em um ano.
A mídia deu muito destaque para essa mulher, não porque ela inventou alguma vacina ou uma nova tecnologia, mas simplesmente porque ela fez algo que ajudou a afirmar o poder sexual feminino.
Conheci mulheres que diziam abertamente que toda vez que faziam sexo tinham a “meta” de fazer o homem gozar no mínimo 2 vezes, isso é doentio, e a maior parte dessa loucura vem das revistas que a mulher atual lê.
O homem que se relaciona com mulheres que tem essas “metas” na vida está sob permanente pressão e stress.
Muitas mulheres não conseguem ter um orgasmo no primeiro encontro, porque estão extremamente ansiosas e planejaram passo a passo cada atitude dela, algumas chegam a planejar e decorar até o que vão dizer para parecerem “descoladas” e poderosas.
Quando algo sai do planejado ou dá errado, elas surtam!
Ao contrário do homem que precisa do sexo para ser feliz, a mulher não precisa ter orgasmos constantemente para ter uma vida feliz e de qualidade.
Claro que a mulher que goza sempre tem muito mais chances de ser mais tranqüila e calma (e feliz) mas isso não é um fator determinante na vida da mulher como é para o homem.
A maioria das mulheres mentem descaradamente quando falam sobre a facilidade que elas tem de ter orgasmos.

A mulher leva muito a sério a competição social existente entre elas, e vale tudo para parecer ser mais “bem resolvida” e feliz do que a outra, inclusive mentir e usar ao máximo o poder sexual dela para conseguir o que quer.
Além de mentir muito o tempo todo, as mulheres sentem uma necessidade incontrolável de expor sua vida pessoal nas redes sociais.
O homem que mantém um relacionamento “sério” com uma mulher que lê essas revistas femininas, tem quase 100% de chances de ser traído e acabar sendo abandonado por um outro “melhor”(elas encaram os relacionamentos como se fosse uma corrida de cavalos, no caso uma corrida de éguas, uma competição entre ela e as outras mulheres e ganha aquela que consegue prender em um relacionamento estável o homem mais destacado, por isso elas saem anunciando para todo o universo com tanto estardalhaço que estão namorando toda vez que iniciam mais um namoro).

Elas ficam provocando umas as outras o tempo todo, a vida toda, e o homem é somente mais um objeto usado pela mulher em sua tentativa de vencer essa competição social.
Certa vez vez uma mulher me disse que toda vez que alguma das amigas dela aparece com um novo namorado, é como se rufassem tambores de guerra que somente as mulheres podem ouvir.

Trecho tirado de uma revista masculina, afirmando que as mulheres se separam por culpa dos homens.
Lavagem cerebral feita pela mídia na mente masculina, e quem escreveu esse artigo para a revista foi uma mulher.

“Sabendo disso, homens, caprichem mais para evitar brigas, discussões e estresses.
Se gostar da mulher que está ao seu lado, vai entender que ela merece isso – e você também.
A mudança pode não ser fácil de ser feita, mas merece ser tentada.
Confira abaixo alguns comportamentos irritantes citados pela mulherada:
– O monopólio do controle remoto;
– Não decidir onde o casal vai e nem ajudar a escolher um local;
– Achar que tem sempre a razão;
– Ser grosseiro e falar palavrão;
– Coçar as partes íntimas publicamente;
– Dizer que ela é estressada;
– Ser chato, de propósito, só para ter prazer na irritação dela;
– Demorar mais do que ela para se arrumar para sair;
– Não saber beber;
– Agir como adolescente tendo idade para ser mais do que homem;
– Ser pão-duro.”

E ai, vai obedecer ou não?

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Como a mídia corrompeu a mente feminina parte 3

A mídia manipula a todos.
Mas principalmente manipula a mulher, porque aqueles que controlam a mídia, sabem que a mulher consegue controlar grande parte da vida do homem.
Portanto quase todo o esforço de dominação mental feito pela mídia, é concentrado na mulher jovem e em menor grau na mulher mais velha.
Atualmente, as revistas femininas vendem muito, e a maioria dessas revistas estão deixando as bancas de jornais e se tornando revistas digitais.
As meninas crescem lendo e acreditando em tudo que a mídia diz sobre os homens e sobre as mulheres.
Mas a mídia não é imparcial e mente o tempo todo para defender os interesses de seus financiadores.
As novas gerações de mulheres, acreditam piamente em tudo o que lêem e assistem, as revistas femininas ocupam quase 100% do espaço em consultórios médicos e em qualquer sala de espera, praticamente só estão disponíveis revistas femininas.

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Algo que todas essas essas revistas tem em comum, é o fato de que todas elas tem “manuais” que ensinam como a mulher deve viver.
Aqueles que produzem essas revistas entendem muito sobre a mente feminina e sabem que a mulher é um ser passivo por natureza, e que por esse motivo gostam de ter tudo de forma mais fácil, sem grandes sacrifícios.
Então, as mulheres se dedicam com muito afinco para aprender como fazer sexo, como comer, como emagrecer, como conseguir “aquele” homem “maravilhoso” que é disputado por todas as outras e acima de tudo aprendem uma vida de ilusões e de extrema futilidade.
É interessante notar nas jornalistas balzaquianas, principalmente as que escrevem artigos em revistas, o quanto são misândricas, tendenciosas, mentirosas e acima de tudo invejosas não apenas umas com as outras, mas principalmente essas mulheres possuem uma inveja gigantesca do sucesso do homem em ser o que é, sem precisar se utilizar de elementos artificiais e de manuais para ser feliz.
As revistas femininas são feitas por mulheres feministas, ainda que os donos dessas editoras sejam homens.
Claro que todas elas vão sempre negar que são feministas, na verdade elas sempre dizem que são “mulheres bem resolvidas” e que estão acima de qualquer “guerra” entre os sexos.
Mas a verdade é que elas são sim feministas, podem não ser das mais radicais, mas são.
Nessas revistas, qualquer resistência masculina em aceitar os caprichos e a insanidade da “mulher moderna” se torna motivo para rotular o homem de machista e opressor, e qualquer coisa se torna mais um motivo para as mulheres reclamarem que não são amadas e valorizadas pelos homens.
As jornalistas e as editoras dessas revistas pregam uma igualdade entre homens e mulheres, mas como nós sabemos, qualquer função que coloque a vida de uma mulher em risco se torna inaceitável para essas mesmas mulheres.
Homem morrendo aos milhares, normal, anualmente são assassinados 12 vezes mais homens do que mulheres, mas elas se calam quando alguém aborda esse assunto e coloca a verdade sobre a mesa.

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São misândricas e mentirosas, e fantasiam um mundo aonde as mulheres dominem e os homens apenas sirvam de mão de obra para tornar possível as aspirações das feministas e daqueles que estão por trás do feminismo, e esses, são homens.
Frases como:
“Engravidei sem querer” e “Trai meu marido, mas era tudo ilusão” são repetidas milhares de vezes, e as mulheres que fazem essas revistas recorrem aos argumentos mais insanos e fazem malabarismos apenas para retirarem da mulher qualquer responsabilidade que ela tenha.
Isso faz com que as novas gerações de mulheres sejam extremamente infantis, irresponsáveis, prepotentes e megalomaníacas.
Depois de ler essas revistas, elas dão para milhares de homens, e depois reclamam que ninguém quer nada sério com elas, sempre se recusando a enxergar a realidade.
Os casos de mulheres que morrem por anorexia crescem ano após ano.
Ninguém tem coragem de responsabilizar a mídia por isso, porque a mídia coloca idéias na mente fraca dessas mulheres.

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Essas mesmas idéias de perfeição a qualquer custo pode matá-las!
Quando algumas dessas noticias sobre a morte de mais uma mulher por anorexia vem a tona, a mídia rapidamente culpa um suposto machismo dos homens, porque esses preferem mulheres que não sejam gordas.
Mas essa mesma mídia, omite o fato de que as mulheres odeiam homens gordos e não apenas os desprezam, como também humilham esses homens para exercitarem seu sadismo.
A mulher que deseja emagrecer, faz isso para competir com as outras mulheres, ela faz isso porque quer a todo custo aumentar o “patrimônio sexual” dela.

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Essas revistas femininas querem sempre passar uma imagem de modernidade e sucesso.
Elas tratam as mulheres como se fossem homens, mas não mostram para as mulheres, as conseqüências que seus atos terão no futuro.
Também adotam uma postura de dois pesos e duas medidas porque ao mesmo tempo em que tratam as mulheres como homens no sentido sexual e profissional, exaltam apenas os feitos femininos(falsos ou exagerados) e sempre pedem mais privilégios para as mulheres em todas as áreas.
Isso acaba criando uma mulher ególatra, fútil, imediatista, infantilizada, feminista e perigosa para o homem e muitas vezes perigosa até para ela mesma.
Essas revistas acentuam ainda mais o utilitarismo existente na mulher, na medida em que pregam que em uma relação deve existir uma boa relação custo/beneficio no qual a mulher “moderna” e “independente” deve exigir o máximo do homem, e sempre dando o mínimo ou nada em troca.
Nos manuais, elas aprendem a tratar o homem como se fosse seu empregado, e ela o empregador.
Se o homem não corresponde as “expectativas” ele é demitido e imediatamente trocado por outro com um maior nível de destaque, poder financeiro e que se submeta aos seus caprichos.
Nos comentários e reclamações que essas mulheres fazem, elas dizem que não são amadas e que faltam homens no mercado.
Não faltam homens, o que falta são homens destacados nos mesmos moldes que elas vêem na mídia, e que na mente delas são o que elas merecem porque são deusas, e não aceitam nada “inferior” ao “sonho de consumo” delas.
A mulher atual adora expor a própria vida num festival de exibicionismo, e elas adoram dizer que estão “amando” alguém, mesmo que isso não seja verdade.
Se o homem aceita financiar todos os caprichos dela, ela acredita que isso é amor, caso contrário ela termina a relação e faz de tudo para destruir a reputação daquele homem para que as suas rivais não fiquem com ele no futuro.
Atualmente quase todos os relacionamentos estáveis são implodidos pela mulher.
Elas não se esforçam pra nada, e estão cada vez mais exigentes e o casamento virou um grande negócio para a mulher!
Pesquisas recentes revelam que as mulheres planejam seus casamentos como se estivessem planejando criar uma empresa.
Para levar um fora em um site de relacionamentos, basta um homem dizer que está desempregado.
A mulher vai inventar alguma desculpa e nunca mais falará com aquele homem, a não ser que ele seja muito destacado em termos de beleza física, e mesmo um homem assim tem grandes chances de ficar sozinho se não conseguir um emprego.

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O casamento moderno.